Seja

Amigo

Botânica • Destaques Botânicos

  • Brumadinho_MG, 19 de fevereiro de 2021Jardim Botanico INHOTIMFOTO: JOAO MARCOS ROSA/NITRO

    Agave-polvo

    Comumente as Populações indígenas usam as fibras das folhas, depois de secas, para fazer sabão devido as altas concentrações de saponina. Foto:João Marcos Rosa/Nitro
  • A espécie da Indonésia se adaptou muito bem ao clima do Brasil.Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Areca-dourada

    Brumadinho_MG, 06 de marco de 2021Jardim Botanico INHOTIMFOTO: JOAO MARCOS ROSA/NITRO
  • É possivel ver exemplares da espécie ao longo de todo o Inhotim. Esta fica próxima a Galeria Doris Salcedo. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Bromélia-imperial

    As folhas dispostas em roseta formam um vaso no centro da planta, que acumula água e nutrientes. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • Brumadinho_MG, 19 de fevereiro de 2021Jardim Botanico INHOTIMFOTO: JOAO MARCOS ROSA/NITRO

    Buritirana

    Em várias parte do país, as folhas dessa espécie são utilizadas na cobertura de casas e no artesanato. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • As velozias tem características peculiares. Devido ao seu alto poder de combustão, já foi comumente utilizada para fazer tochas.Foto:João Marcos Rosa/Nitro

    Canela-de-ema

    Encontrada com flor em abril, a espécie é polinizada por abelhas e suas sementes são dispersas naturalmente.Foto:João Marcos Rosa/Nitro
  • As Cicas femininas produzem sementes globosas, de cor marrom ou alaranjadas e muito tóxicas.  Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Cica

    No detalhe, sementes de Cycas circinalis no início do desenvolvimento. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • Cipestre presente ao lado da Galeria True Rouge. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Cipreste-do-brejo

    Brumadinho_MG, 19 de fevereiro de 2021Jardim Botanico INHOTIMFOTO: JOAO MARCOS ROSA/NITRO
  • As folhas do Coité podem ainda ser utilizadas em aplicações purgativas. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Coité

    O Coité possui uma forma de crescimento torta, baixa e muito ramificada. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • A Copaíba pode ser vista próxima a Galeria Psicoativa Tunga. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Copaíba

    A casca, de coloração avermelhada (jovem) e marrom (adulta), pode ter até 17 mm de espessura.  Foto:João Marcos Rosa/Nitro.
  • Localizada no eixo laranja, a Corifa integra o paisagismo da Galeria Adriana Varejão. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Corifa

    As folhas, bem fibrosas e grandes, têm formato de leque e possuem as margens dobradas para dentro. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • Na saída do Jardim Desértico, você se depara com a exuberância dessa planta. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Filodendro

    Folhagens vistosas, verdejantes e com finas bordas avermelhadas que finalizam os detalhes. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • A floração acontece no inverno e é possível ver de longe a exuberância das flores amarelas. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Ipê-amarelo

    O ipê-amarelo está localizado no eixo rosa, próximo a Galeria Claudia Andujar. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • Árvore brasileira com caule tortuoso e irregular, pode atingir até 35 m de altura na idade adulta. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Jacarandá-preto

    Muito ornamental graças à folhagem delicada e à copa ampla. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • Conhecida como a maior árvore da Mata Atlântica, em Inhotim é encontrada próxima ao Lago Novo. Foto:João Marcos Rosa/Nitro.

    Jequitibá

    Formado por uma cápsula que abriga as sementes, o fruto é chamado canudo-de-cachimbo. Foto:João Marcos Rosa/Nitro.
  • A espécie é considerada a palmeira de maior dispersão no país, sendo amplamente espalhada no Cerrado. Foto:João Marcos Rosa/Nitro

    Macaúba

    As folhas são empregadas como matéria-prima na obtenção de fibras destinadas à produção de linhas, cordas e redes. Foto:João Marcos Rosa/Nitro
  • Próximas ao Magic Square #5, de Hélio Oiticica, as palmeiras-azuis ressaltam as cores da obra na paisagem. Foto:João Marcos Rosa/Nitro.

    Palmeira-azul

    Cada palmeira possui cerca de 20 folhas, que quando velhas, caem deixando marcas no caule. Foto:João Marcos Rosa/Nitro.
  • O estipe dessa palmeira foi muito utilizado por povos tradicionais para construção de moradias.Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Palmeira-juçara

    Elegante, ela atrai com seus frutos vários passaros no inverno, quando a floresta possui pouca comida. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • Indíviduos jovens da espécie, filhos da ráfia adulta, com quase cinco anos de idade. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Palmeira-ráfia

    Dos folíolos espinhosos se extrai a fibra “ráfia”, muito utilizada artesanalmente e em tinturas. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • O nome popular vem da similaridade da base dilatada da espécie a pata do elefante. Foto:João Marcos Rosa/Nitro.

    Pata-de-elefante

    As folhas finas dão um aspecto de cabeleira nas extremidades dos ramos. Foto:João Marcos Rosa/Nitro.
  • Em Inhotim, o Pau-Brasil está próximo ao Jardim de Todos os Sentidos e ao Jardim Desértico. Foto:João Marcos Rosa/Nitro.

    Pau-Brasil

    O corante avermelhado, característca marcante da expécie, possui apelo comercial desde os tempos de Brasil Colônia. Foto:João Marcos Rosa/Nitro.
  • As raízes podem ser direcionadas para crescerem em lugares diferentes, para a planta alcançar a luz. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Paxiúba

    As raízes apresentam características estruturais adaptadas a ambientes com muita água. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • No Inhotim, essa palmeira em forma de candelabro se encontra na área externa do Restaurante Tamboril. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.

    Robellini Palm

    Seu caule é moradia para líquens e musgos. Foto: João Marcos Rosa/Nitro.
  • Originária do do Pacífico Sul, ela vem sendo introduzida em outras localidades desde o século 18. Foto:João Marcos Rosa/Nitro

    Samambaia-gigante

    Conhecida como a samambaia de maior folha, podendo chegar até 8 m, elas são arqueadas e de coloração verde brilhante. Foto:João Marcos Rosa/Nitro
  • Nos meses de agosto e setembro as folhas caem ficando mais visíveis os frutos. Foto: João Marcos Rosa/Nitro

    Tamboril

    A árvore, presente desde quando ali ainda era uma fazenda, é testemunha da história do Instituto Inhotim. Foto:João Marcos Rosa/Nitro
Como chegar

Mapa

Hoje

Busca

Filtros