Inmensa - Inhotim

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Inmensa

1982 – 2020

Aço corten

Obra Inmensa, 1982-2002, de Cildo Meireles. Acervo de arte contemporânea Inhotim
Cildo Meireles, Inmensa, 1982-2002, aço corten, 400x810x445 cm. Foto: Pedro Motta

Uma das chaves de leitura de Inmensa (1982-2002) está justamente em seu título: ao mesmo tempo em que a expressão in mensa em latim significa “sobre a mesa”, sua sonoridade lembra a palavra em português, uma referência aos seus oito metros de altura. Esse trabalho de Cildo Meireles é uma versão baseada na obra homônima criada em 1982, com alterações tanto da sua forma quanto do seu material, que a princípio era madeira. A escultura de aço corten se impõe não só na paisagem, mas também em relação ao corpo do espectador.

Obra Inmensa, 1982-2002, de Cildo Meireles. Acervo de arte contemporânea Inhotim
Cildo Meireles, Inmensa, 1982-2002. Foto: Pedro Motta
Obra Inmensa, 1982-2002, de Cildo Meireles. Acervo de arte contemporânea Inhotim
Cildo Meireles, Inmensa, 1982-2002. Foto: Pedro Motta

A estrutura é composta por mesas e cadeiras de diferentes tamanhos e proporções, que se sobrepõem como módulos. Contrariando a lógica construtiva, aqui são as peças menores e mais leves que sustentam as peças maiores e mais pesadas. Essa dinâmica provoca uma reflexão sobre as noções de hierarquia e equilíbrio, conceitos que se originam no campo da física, mas, nesta obra, se expandem para a reflexão sobre a arte e as estruturas sociais ou de poder.

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