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  • 22 de outubro de 2015

    Redação Inhotim


    artecomunidadeeducação

    Leitura: 4 min

    Laboratório Inhotim rumo à Porto Alegre

    Ismael Monticelli (Porto Alegre, RS, 1987) Limanora da série Mundo Fulgurante (2014) Crédito: Del Re; viva Foto

    Ismael Monticelli (Porto Alegre, RS, 1987)
    Limanora da série Mundo Fulgurante (2014)
    Crédito: Del Re; viva Foto

    Ansiosos por mais uma aventura, os jovens do Laboratório Inhotim estão de malas prontas para um destino certo: Porto Alegre. Como parte das atividades do programa de formação mais antigo do Instituto, nove integrantes seguem rumo à 10ª Bienal Mercosul para viver de perto a mostra de arte contemporânea que vai reunir cerca de 700 obras de 402 artistas de países latinos. “A viagem representa para eles uma oportunidade de entender o funcionamento de outra instituição, outro processo curatorial, outro espaço expositivo, colaborando para a construção de um entendimento mais completo sobre o mercado da arte, o papel dos artistas e desse universo”, explica Lilia Dantas, supervisora de arte e educação do Instituto.

    O Laboratório Inhotim  é um programa de formação por meio da arte voltado para alunos de 12 a 16 anos da rede pública de Brumadinho. O objetivo do projeto é desenvolver um olhar crítico e reflexivo não apenas para o universo artístico, mas para o dia a dia de cada um, fazendo dos jovens, agentes ativos em suas comunidades.  Todo ano, o grupo viaja a diferentes centros artísticos como parte das atividades desenvolvidas no Instituto, já tendo passado por Nova York, Buenos Aires e São Paulo.

    Durante todo o ano, jovens desenvolvem trabalhos e participam de oficinas no Inhotim.

    Durante todo o ano, jovens desenvolvem trabalhos e participam de oficinas no Inhotim.

    Os viajantes são jovens que já estão no segundo ano do projeto e que viveram um período de intensas experimentações dentro do Parque. Em 2015, eles foram inseridos no universo de pesquisa em arte contemporânea e, em função da Bienal, foram estimulados a escolher artistas latinos com obras expostas no Inhotim para desenvolver esse trabalho. Nesta lista, temos Jorge Macchi, Tunga, Luiz Zerbini, Victor Grippo, Claudia Andujar, Carlos Garaicoa e muitos outros.

    O roteiro da viagem inclui a visita dos espaços da Bienal no Centro Histórico de Porto Alegre, na Usina do Gasômetro e no Instituto Ling, além da visita mediada oferecida pelo educativo da Fundação Iberê Camargo.

    Os próximos dias prometem ser inesquecíveis para esse grupo cheio de curiosidade. De sexta a domingo, postaremos um diário com o passo a passo dessa viagem. Fique de olho e nos acompanhe!

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    07 de outubro de 2015

    Redação Inhotim


    Leitura: 7 min

    Inhotim tem programação especial para a Semana da Criança

    Inhotim tem programação especial para a Semana da Criança

    Quem visitar o Inhotim na próxima semana, do dia 10 ao dia 17 de outubro, vai poder aproveitar a programação especial que o Instituto preparou para comemorar a Semana da Criança. As atividades incluem a apresentação da Orquestra Jovem Inhotim no Palco Magic Square, visitas à estufa localizada no Viveiro, e a Colônia Pequenos Propositores, oportunidade dos pequenos explorarem a arte e a natureza do Parque. Todas as ações são gratuitas para os visitantes. Confira abaixo as informações completas.

    Concerto Orquestra Jovem Inhotim
    Na segunda-feira, 12 de outubro, o Parque estará aberto excepcionalmente por causa do feriado. No dia, a Orquestra Jovem Inhotim realiza um concerto de música erudita e popular sob a regência do maestro César Timóteo. A apresentação acontece no Palco Magic Square, às 15h, e tem a participação especial da solista mineira Jennifer Imanishi, que canta uma ária da ópera “Carmen”, de Bizet. No repertório estão composições de Mozart, Tom Jobim, Milton Nascimento, entre outros.

    Segunda é dia dos jovens moradores da cidade de Brumadinho, integrantes da Escola de Cordas, subirem ao palco do Magic Square regidos pelo maestro César Timóteo. Foto: Daniela Paoliello

    Segunda é dia dos jovens moradores da cidade de Brumadinho, integrantes da Escola de Cordas, subirem ao palco do Magic Square regidos pelo maestro César Timóteo. Foto: Daniela Paoliello

    Fundada em 2014, a Orquestra Jovem Inhotim é formada por 35 alunos da Escola de Cordas, projeto socioeducativo do Instituto que oferece aulas de viola, violino, violoncelo, contrabaixo e teoria musical para estudantes de Brumadinho/MG. Também diretor artístico da iniciativa, Timóteo avalia que o impacto das aulas na vida dos adolescentes é grande. “Quem acompanha esses jovens percebe o quanto eles vão se modificando. Ganham disciplina, altruísmo, cooperativismo, aprendem a trabalhar em conjunto. Alguns já querem fazer vestibular pra música, descobrem novas possibilidades para a vida profissional”, conta.

    Colônia Pequenos Propositores

    Organizada pelo Educativo do Inhotim, a Colônia Pequenos Propositores oferece uma visita especial para crianças e explora os acervos de arte e botânica do Instituto com atividades lúdicas. A edição da Semana da Criança acontece de 12 a 18 de outubro, das 11h às 16h, com intervalo para almoço entre 12h30 e 14h. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail educativo@inhotim.org.br e há 10 vagas disponíveis por dia.

    Visita à estufa
    Ao longo da próxima semana, os visitantes do Inhotim terão a oportunidade de conhecer a estufa 1 do Viveiro, espaço de propagação das plantas que compõem os jardins e conservação de espécies raras. No ambiente climatizado, de muita umidade e sensação térmica bem diversa da capital mineira, há um grande número de plantas aquáticas, insetívoras, palmeiras, filodendros e outras. As visitas acontecem nos dias 12, 14, 15, 17 e 18 de outubro, partindo às 10h30 da recepção e tem duração aproximada de 1h.

    Visitar a estufa, onde as mudas dos jardins são semeadas, é uma das atrações especiais da próxima semana. Foto: William Gomes.

    Visitar a estufa, onde as mudas dos jardins são semeadas, é uma das atrações especiais da próxima semana. Foto: William Gomes.

     

    Obras imperdíveis para crianças

    Além das atividades especiais para o feriado, um passeio pelo Inhotim é, por si só, uma ótima pedida para os pequenos. Confira abaixo quatro obras imperdíveis para curtir em família:

    Galeria Cosmococa – Helio Oiticica e Neville D’Almeida

    O prédio abriga cinco salas sensoriais criadas pelos artistas Hélio Oiticica e Neville D’Almeida. Em cada ambiente há algo diferente para interagir: espumas geométricas, balões coloridos, redes, colchões e, para deixar o passeio ainda mais divertido, uma piscina. Tudo ao som das composições psicodélicas de Jimi Hendrix. Na saída da galeria está Troca-Troca, 2002, obra do artista Jarbas Lopes composta por três fusquinhas coloridos. 

    Piscina, 2009 – Jorge Macchi

    A instalação interativa foi realizada a partir de uma aquarela surrealista do artista Jorge Macchi, que propunha uma caderneta de endereço em que o índice era a escada para uma piscina. O Inhotim convidou Macchi a reproduzir o trabalho em três dimensões, resultando em uma construção que pode ser usada pelos visitantes. Na mata ao lado dela, há um vestiário com toalhas gratuitas e banheiro. Menores de 18 anos devem estar acompanhados por responsável. 

    A Origem da Obra de Arte, 2002 – Marilá Dardot

    Um galpão de jardinagem rodeado por vasos em formas de letras. Essa é A Origem da Obra de Arte, 2002, de Marilá Dardot. O trabalho convida o público a plantar sementes nos recipientes e transformá-los em palavras espalhadas pelo campo. Nomes, sentimentos, promessas e desejos sempre compõem a paisagem. As ferramentas e aventais vão ajudar a proteger as crianças.

    Continente/Nuvem, 2008 – Rivane Neuenschwander

    À primeira vista vazia, a construção (que data de 1874 e é a mais antiga edificação remanescente de uma das propriedades rurais que deram origem ao Inhotim) abriga no teto uma instalação da artista Rivane Neuenschwander. Uma das referências usadas por ela para desenvolver o trabalho foi sua própria infância, quando observava o céu e as nuvens para descobrir figuras. Deitar no chão ou nos degraus da escada com os pequenos para observar as imagens que vão sendo formadas pode se transformar em uma ótima brincadeira.

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    28 de setembro de 2015

    Redação Inhotim


    artebrumadinhocomunidadeeducaçãoinhotimmeio ambientemúsicaprogramação cultural

    Leitura: 4 min

    Uma praça que nunca mais será a mesma

    Uma praça que nunca mais será a mesma

    O céu azul e uma praça iluminada pelo sol em pleno sábado. Existe um motivo melhor para aproveitar o dia ao ar livre? A Praça de Aranha foi o ponto de encontro dos moradores do município de Brumadinho em uma tarde ocupada por cores, música, oficinas e muita alegria, no Festival de Rua Korocupá. O evento foi realizado pelos participantes dos projetos sociais do Instituto – Jovens Agentes Ambientais e Laboratório Inhotim – que vêm trabalhando as ideias para usar o espaço público de forma criativa há alguns meses. O resultado não poderia ter sido melhor: uma praça cheia de gente de todas as idades.

    Desde o início do ano, os jovens têm se preparado para promover o festival, pesquisando diferentes formas de intervir na cidade dando novo uso a espaços não utilizados. Eles observaram que a Praça de Aranha precisava de mais bancos. Por isso, produziram junto a marcenaria do Inhotim os novos móveis que foram estreados no dia do evento. Para incentivar a convivência entre vizinhos e moradores, os jovens tiveram a ideia de construir um forno de barro para assar biscoitos durante o festival. Além disso, eles prepararam oficinas que ensinaram técnicas para desenvolver tintas e produtos, como esfoliante de pele e protetor labial, a partir de elementos da natureza.

    Quem passou pela Praça de Aranha, ainda pode participar da Feira Grátis da Gratidão, onde roupas e sapatos eram doados ou trocados, e pôde ver a exposição de fotos de moradores feita pelos integrantes dos projetos. Os cliques foram resultado de uma pesquisa realizada pelo grupo que, com o objetivo de conhecer melhor os arredores da praça, entrevistaram a vizinhança e registraram cada personagem.

    Em uma das oficinas, os moradores aprenderam como fazer tinta com ingredientes naturais e se divertiram testando os produtos.  Foto: William Gomes

    Em uma das oficinas, os moradores aprenderam como fazer tinta com ingredientes naturais e se divertiram testando os produtos. Foto: William Gomes

    A música tocou do início ao fim com artistas locais que foram prestigiar o evento, com samba, arrocha, coral de trombones e tubas e ainda a participação da Oficina de Percussão Inhotim. O final da tarde foi com a chuva de pó colorido ainda sob a luz do sol das 17h, que ainda aquecia o lugar. O Festival Korocupá terminou com a certeza de que conviver em harmonia e ocupar o espaço público com carinho e criatividade são as melhores formas de se aproveitar a própria cidade. O que ficou deste dia foram roupas coloridas e bancos novos para uma praça que nunca mais será a mesma.

    A Praça de Aranha foi ocupada com atividades que levaram alegria e diversão aos moradores do distrito. Foto: William Gomes

    A Praça de Aranha foi ocupada com atividades que levaram alegria e diversão aos moradores do distrito. Foto: William Gomes

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    24 de setembro de 2015

    Redação Inhotim


    Leitura: 7 min

    Inhotim inaugura novas exposições temporárias

    Inhotim inaugura novas exposições temporárias

    Quem visitar o Inhotim a partir de 1º de outubro vai poder conferir novas exposições temporárias. O Galpão, espaço de 1.500 m² para montagem de obras de grandes dimensões, recebe a videoinstalação I Am Not Me, the Horse Is Not Mine, 2008, do sul-africano William Kentridge, referência nas relações entre desenho e imagem em movimento. Já a mostra itinerante “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim”, vista até agora por mais de 100 mil pessoas em Belo Horizonte e São Paulo, passa a ser apresentada na Galeria Fonte. As novidades são celebradas com o show da banda Bixiga 70, que acontece às 15h do mesmo dia, no Palco Magic Square.

    Desde sua abertura, em 2006, o Inhotim inaugura anualmente exposições temporárias, que tem duração média de dois anos. “É uma oportunidade de mostrar ao público uma parte da coleção que não conseguimos expor permanentemente”, explica o diretor artístico do Instituto, Rodrigo Moura. Atualmente a coleção do Instituto possui cerca de 800 obras, criadas desde os anos 1940 até os dias de hoje.

     William Kentridge
    Nascido em Johanesburgo, na África do Sul, William Kentridge tem desenvolvido um influente trabalho como artista visual, misturando filme, teatro, desenho e stop motion associados ao seu sutil olhar crítico. Kentridge cresceu em uma família de judeus liberais em meio ao regime de segregação racial do Apartheid, vigente entre 1948 e 1994. As obras do artista refletem os desequilíbrios da sociedade sul-africana e a ambiguidade de sua própria origem. Em 2013, uma mostra itinerante dedicada à sua produção passou por Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.

    No Brasil, I Am Not Me, the Horse Is Not Mine, 2008, é exibida pela primeira vez no Inhotim. Composta por oito projeções monumentais, exibidas simultaneamente e em loop contínuo, a obra surgiu enquanto o artista produzia sua versão da ópera O Nariz, de Dmitri Shostakovich, para a Metropolitan Opera, em Nova York. A peça é baseada no conto homônimo de Nikolai Gogol, sátira ao período dos czares e crítica à hierarquia social em que o nariz de um oficial foge de seu rosto e assume uma patente superior à dele.

     Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim
    Após temporadas na Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte, e no Itaú Cultural, em São Paulo, a exposição “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim” traz ao público do Parque uma seleção de trabalhos de artistas brasileiros e internacionais de diversas gerações, nunca antes apresentada no Inhotim. A versão que inaugura, concentra-se exclusivamente no grupo de obras históricas da mostra, colocadas em diálogo com outras, mais recentes.

     “Do Objeto para o Mundo surgiu da ideia de falar da genealogia da coleção do Inhotim. Por isso, faz total sentido trazê-la para dentro do Instituto. Nas outras montagens, havia um núcleo histórico e obras-satélites, de maior escala, que traziam a atmosfera do Parque para o espaço expositivo. No Inhotim, as instalações permanentes cumprem esse papel, propondo um diálogo”, completa Moura. Ao passar pela mostra, o visitante vai poder conferir outros trabalhos de artistas exibidos de forma perene no Parque, como Cildo Meireles, Chris Burden, Hélio Oiticica e Lygia Pape.

     Mais densa e focada em obras de época, a montagem no Instituto também inclui peças inéditas nas edições anteriores, dos artistas Cildo Meireles (Inserções em circuitos ideológicos: Projeto Coca-Cola, 1970), Gordon Matta-Clark (Coat Closet, 1973), Hitoshi Nomura (Tardiology, 1968-1969), Jir? Takamatsu (Photographs of photographs, 1973), Marcel Broodthaers (Lettre ouverte, 1968-1970) Paul McCarthy (Rocky, 1976) e Robert Morris (Untitled, 1965-71).

     As novas exposições foram viabilizadas pelo Banco Itaú, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

    Comemoração com Bixiga 70
    A inauguração será marcada pelo show da banda Bixiga 70, que lança seu terceiro álbum, Bixiga 70 III. O grupo, formado em 2010 no bairro do Bixiga, em São Paulo, tem influência de ritmos dançantes afro-brasileiros, passando pelo samba-jazz, reggae, dub, cumbia, carimbó e ethio-jazz. A apresentação acontece às 15h, no Palco Magic Square, e faz parte do projeto Inhotim em Cena, que tem apresentação dos Correios, patrocínio da Pirelli e apoio da Wals.

    Quando? 1º de outubro
    Onde?  Galpão: I Am Not Me, the Horse Is Not Mine, 2008 – William Kentridge;
    Galeria Fonte: “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim”

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    22 de setembro de 2015

    Lilia Dantas

    Supervisora de Arte e Educação do Inhotim


    artebrumadinhocomunidadeeducaçãomúsicaprogramação cultural

    Leitura: 4 min

    Da ideia à Praça

    Da ideia à Praça

    Que caminho uma ideia faz até se transformar em realidade? Tentando responder a essa pergunta, apenas consigo afirmar que entre um ponto e outro quase nunca há uma linha reta. Quando um desejo surge e é compartilhado, começa a tomar forma e crescer. Ao final, já superou em muito o desejo que lhe deu origem e lançou novos impulsos para o futuro. O processo, assim, recomeça.

    O Festival de Rua nasceu assim, em uma troca de ideias. Em 2014 teve a sua primeira edição realizada e se chamava Laboratório Mambembe. Convidou artistas de Brumadinho para se apresentarem, abriu espaço para uma tradicional feira de trocas e transformou a praça Antônio Carlos Cambraia, no Canto do Rio, em um espaço por onde crianças brincavam livremente.

    Após a experiência do Festival Laboratório Mambembe, o nosso desejo de estar na rua e de educar para a convivência e a colaboração cresceu ainda mais. Percebemos que precisamos provocar situações para que os jovens participantes dos nossos projetos exercitem seu protagonismo, se percebam responsáveis e decisivos na preparação de algo que é um presente para a comunidade.

    E assim nasceu o Festival Korocupá, palavra inventada que, na sua semântica do absurdo, é feita de duas outras fundamentais para essa festa: Cor + Ocupação.  Desde o início de 2015, os projetos Laboratório Inhotim e Jovens Agentes Ambientais têm se preparado para promover o festival. Para isso, pesquisaram e perceberam o que significa intervir na cidade, lançar luz sobre temas pouco discutidos ou mesmo dar novo uso a espaços subutilizados.

    Esses jovens decidiram que a praça do Aranha, local que receberá o Festival Korocupá, precisava de mais bancos. Foi preciso então visitar a Marcenaria do Inhotim e o mestre Carlão para que aprendessem a construir bancos de madeira. Decidiram também que queriam construir um tradicional forno de barro na praça para que pudessem assar biscoitos durante o festival e esse desejo foi dos mais desafiadores: precisamos descobrir como construir um forno, encontrar alguém que soubesse nos ensinar a fazer (obrigada, Sr. Milton!), encontrar os materiais e, finalmente, construí-lo. O forno já foi feito, e está lá no Aranha, em processo de secagem, esperando o sábado chegar.

    Jovens do Laboratório Inhotim construíram bancos de madeira com as próprias mãos para serem colocados na Praça de Aranha, onde o Festival de Rua Korocupá acontece. Foto: William Gomes.

    Jovens do Laboratório Inhotim construíram bancos de madeira com as próprias mãos para serem colocados na Praça de Aranha, onde o Festival de Rua Korocupá acontece. Foto: William Gomes.

    As ideias que se tornarão realidade no dia 26 são muitas. Todas passaram por diferentes caminhos até se concretizarem, mas todas foram pensadas pelos nossos alunos, para a comunidade do Aranha e quem mais vier passar o dia conosco. Você é nosso convidado!

    Festival de Rua Korocupá
    Onde: Praça de Aranha – Município de Brumadinho
    Quando: sábado 26 de setembro, às 13h.

    Confira a programação clicando aqui. 

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