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  • 11 de junho de 2019

    Redação Inhotim


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    Leitura: 4 min

    Inhotim a dois: fizemos um roteiro romântico para o Dia dos Namorados

    Inhotim a dois: fizemos um roteiro romântico para o Dia dos Namorados

    A gente sabe que visitar o Inhotim ao lado de quem se gosta faz com que as memórias desse passeio sejam inesquecíveis. Por isso, para celebrar o Dia dos Namorados (12/6), fizemos um roteiro especial para quem vem visitar o Inhotim a dois. Lembramos que a data cai numa quarta-feira gratuita! 

    Para começar o dia adoçando e aquecendo o coração, nada melhor que passar no Café das Flores e dividir um bolo de chocolate com receita especial da Chef Daílde, acompanhado de um cafezinho. Quem já experimentou essa receita sabe que o pedaço é generoso!

    Bem próxima ao Café das Flores está a Galeria Praça (G3 no mapa), nela, a obra “Forty Part Motet” (2001), de Janet Cardiff, te convida a fechar os olhos e ouvir a composição Spem in Alium, de Thomas Tallis, feita em comemoração ao aniversário da Rainha Elizabeth I. A galeria é tomada por uma canção de 40 vozes, um espetáculo de tirar o fôlego.

    Uma pausa para registrar o passeio é importante. Para isso, indicamos um cenário digno de filmes românticos. A ponte que atravessa o Lago Ilha, ao lado da Galeria Praça, é o lugar perfeito para uma foto do casal. Deixe o frescor vindo do jardim, a imensidão do lago e a charmosa elevação presente na ponte inspirarem o momento.

    Sigam em direção às majestosas cicas ao fim da ponte, a simpatia presente na pacata arquitetura da Galeria Rivane Neuenschwander (G13 no mapa) vai fazer você querer entrar e conhecer o que ela abriga. A obra “Continente/Nuvem” (2008), de Neuenschwander pede um olhar atento às formas que ela exibe. É como olhar para o céu que fica ainda melhor se deitar no chão e se permitir à contemplação. E olhar para nuvens é melhor quando temos com quem compartilhar o que vemos, não é mesmo?

    Não muito longe da Galeria Rivane Neuenschwander, o Jardim Veredas (J5 no mapa), inspirado no romance “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, é ideal para um passeio a dois entre buritis, mulungus e outras plantas típicas do cerrado. Dá pra sentar nos majestosos bancos do designer Hugo França pra uma pausa. Eles parecem esculturas em meio ao jardim, além de serem aconchegantes e bem espaçosos.

    Quando a fome bater, uma ótima opção para um almoço especial é o Restaurante Tamboril. O cardápio é por conta da Cheff Daílde Marinho, que capricha em opções com e sem carne. Também há diversos vinhos, cervejas e sucos para quem quiser brindar o amor.

    Depois do almoço, vá até o Vandário, onde centenas de orquídeas do grupo das vandáceas estão dispostas em um cantinho aconchegante do Parque. Ali também é lugar de contemplar e admirar a natureza, suas cores e suas formas minuciosas.

    E que tal finalizar esse roteiro com uma obra de arte que também fala de amor? Vá até a Galeria Adriana Varejão e visite “Linda do Rosário” (2004), trabalho da artista que conta uma história inusitada entre um casal de velhinhos.

    Quando estiver indo embora, não se esqueça de passar na Loja do Inhotim! Lá existem várias opções de presentes para quem quer agradar as pessoas queridas!

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    06 de junho de 2019

    Redação Inhotim


    botânicabrumadinhocomunidadeeducaçãomeio ambiente

    Leitura: 6 min

    Saiba dez curiosidades sobre o Jardim Botânico Inhotim

    Saiba dez curiosidades sobre o Jardim Botânico Inhotim

    Você sabia que existe um Laboratório de Botânica no Inhotim? Sabe para que servem nossos sombrites, os epifitários e as estufas? Já ouviu falar sobre nossa área experimental de restauração de vegetação que tem histórico de degradação? Nessa Semana do Meio Ambiente, listamos algumas curiosidades sobre nosso Jardim Botânico para que você conheça mais esse lado tão importante do Instituto:

    1. As estufas são espécies de “berçários”, onde cuidamos de plantas fracas, germinamos sementes, propagamos plantas das espécies mais delicadas e guardamos as plantas matrizes das espécies mais raras. Em uma em especial, temos o clima equatorial da Amazônia e nela estão as plantas que adoram alta temperatura e muita umidade.

    2. Nos Sombrites simulamos ambientes sombreados para deixar as espécies que ficam embaixo das árvores se sentindo em casa.

    3. O epifitário: é uma estrutura que também simula o ambiente sombreado logo abaixo da copa das árvores. Esse espaço guarda plantas que o público em geral considera como parasitas, mas que na verdade apenas usam outras plantas como suporte, sendo chamadas de plantas epífitas. A irrigação é feita por nebulização e os principais grupos de plantas são das orquídeas, bromélias e cactos. Você sabia que existem muitos cactos que vivem em cima das árvores na Mata Atlântica? No epifitário temos vários cactos como esses!

    4. O Laboratório de Botânica possui equipamentos que são utilizados para propagar as mais variadas espécies e também para conhecer um pouquinho mais sobre elas através de trabalhos científicos. Entre eles, destaca-se uma câmara climática para crescimento de plantas, que é capaz de controlar o CO2, a umidade e a temperatura, e assim pode ser utilizada para observar as respostas das plantas às mudanças climáticas, ao analisar, por exemplo, seu crescimento e desenvolvimento em um ambiente enriquecido com CO2 e em temperaturas mais altas que as atuais. Ao obter essa resposta poderíamos então prever o que aconteceria com essas espécies nesses cenários e assim buscar soluções para a sua conservação.

    5. O JBI possui uma área experimental chamada Área de Protótipo , que restaura vegetação que tem histórico de degradação de sua condição original, como retirada e rebaixamento do solo; invasão de espécies vegetais exóticas, como a braquiária; solo compactado; acúmulo de água em locais isolados e impacto visual. Para restauração da área foram utilizadas sementes coletadas na RPPN Inhotim e mudas de espécies nativas produzidas no laboratório de botânica e Viveiro Inhotim. Foram utilizadas 103.400 sementes para semeadura direta, 1.860 mudas para plantio de mudas e Topsoil retirado da Mina Córrego do Feijão. De acordo com estudo de estimativa de remoção de CO2 realizado em 2016 a RPPN Inhotim estoca aproximadamente 67.704,683 tCO2-e, e a área teste em aproximadamente 20 anos terá capacidade de estocar 179,83 tCO2 -e.

    6. O Instituto Inhotim possui uma grande variedade de fauna silvestres que convivem em harmonia com as atividades da instituição. É comum, durante a visitação, encontrar caxinguelês (Sciurus aestuans), tucanos (Ramphastos toco albogularis), jacus (Penelope purpurasces), seriemas (Cariama cristata) e mais de 160 espécies de borboletas, entre outros animais da fauna silvestre local.

    7. O JBI atua na gestão de resíduos sólidos do Inhotim e destina materiais recicláveis oriundos de suas atividades para a ASCAVAP – Associação dos Catadores do Vale do Paraopeba. Além de materiais recicláveis, o óleo de cozinha utilizado nos pontos de alimentação é doado para o projeto “Reciclando Sonhos Transformando óleo de cozinha usado em sabão” através da parceria firmada entre o Instituto Inhotim e a ASCAVAP.

    8. A RPPN Inhotim (Reserva Particular do Patrimônio Natural) com seus 250 hectares possui uma grande diversidade de espécies vegetais nativas da Mata Atlântica e do Cerrado. São cerca de 411 espécies, distribuídas entre árvores, arbustos, herbáceas e lianas. Dentre tais espécies destacam-se: Guatteria sellowiana, Diospyros inconstans, Dalbergia nigra e Melanoxylon braúna. Tais espécies merecem destaque em virtude de sua distribuição geográfica restrita e/ou status de ameaça de extinção.

    9. O Instituto Inhotim trata, a partir de sua Estação de Tratamento de Efluentes – ETE , aproximadamente 100% de todo esgoto gerado pelas atividades desenvolvidas na instituição. Através desta iniciativa, o Instituto Inhotim garante que os lançamentos de efluentes no Rio Paraopeba estejam dentro dos parâmetros exigidos pela legislação. Desta forma o Instituto Inhotim não prejudica a vida aquática e contribui para a manutenção do meio ambiente saudável e equilibrado.

    10. O Jardim Botânico Inhotim possui um impressionante acervo de aproximadamente 5.000 espécies, tipos e variedades de plantas. A construção e a manutenção desse acervo depende do trabalho de uma equipe de 86 profissionais: jardineiros, biólogo, engenheiro, analistas, encarregados e gestores.

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    05 de junho de 2019

    Redação Inhotim


    artebotânicabrumadinhocomunidademeio ambienteprogramação cultural

    Leitura: 5 min

    Dia Mundial do Meio Ambiente no Inhotim: de sementes a florestas

    Dia Mundial do Meio Ambiente no Inhotim: de sementes a florestas

    O ano era 1972 e, a cidade, Estocolmo. Em uma Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a agenda ambiental conquistou sua data comemorativa mais importante, o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado 5 de junho. Mais do que uma simples celebração, o dia foi criado para ser uma plataforma que encoraje indivíduos e instituições a refletirem sobre a saúde do meio que integram e a agirem em favor da construção de sociedades mais sustentáveis.

    A recomposição da biodiversidade local é uma das metas do processo de restauração de ecossistemas, e uma das principais formas de alcançá-la, considerando as espécies nativas e a diversidade genética, é por meio do trabalho com sementes. A restauração de ecossistemas é uma discussão contemporânea e que passa pelo sequestro de carbono e pela valorização dos serviços ambientais prestados pelas plantas e por polinizadores. Sua importância foi atestada no último mês de março, quando a ONU declarou que a próxima década (2021 – 2030) será considerada a Década da Restauração de Ecossistemas. De acordo com a Organização, investir na restauração é parte do caminho para o cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, principalmente aqueles ligados à mudança do clima, à proteção da água e à conservação da biodiversidade.

    ‘Sensibilizar’ e ‘participar’ devem ser palavras de ordem nas grandes instituições com forte atuação na área ambiental, como o Instituto Inhotim. No encontro simbiótico de jardins e obras de arte, formam-se espaços poderosos de experimentação que estimulam outras perspectivas. Celebrar o Dia do Meio Ambiente nesses locais é uma grande oportunidade de estimular novas percepções sobre o equilíbrio dinâmico que existe no meio ambiente e a nossa importância como agentes capazes de moldá-lo. No Instituto, a data é celebrada com uma semana inteira de programações especiais.

    Neste ano, sob o tema “De sementes a florestas”, a 15ª Semana do Meio Ambiente mostra as vocações do Jardim Botânico na realização de trabalhos que envolvem conservação da biodiversidade, tecnologias com sementes e restauração de florestas. Por aqui, essas vocações se revelam de diferentes formas. Pela transformação de uma área com histórico de degradação por mineração e fazendas em jardins que reúnem aproximadamente 5 mil espécies, tipos e variedades de plantas. Pela manutenção de indivíduos de espécies de plantas nativas, raras e ameaçadas. Pela criação de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), unidade de conservação que protege várias espécies locais de plantas, animais, fungos e outros organismos. Pelo investimento em pesquisa científica, como a que permitiu a criação de um laboratório de botânica e um banco de sementes que geram conhecimentos sobre recuperação de áreas degradadas. Esse conjunto de operações demonstra como o Instituto pode ser um agente importante na recuperação de Brumadinho, após a tragédia de Córrego do Feijão, em janeiro.

    O assunto ‘sementes e florestas’ também se alinha ao tema proposto pela ONU em 2019, que é a poluição do ar. Um dos serviços ecológicos prestados pelas florestas é justamente o sequestro de carbono. Por causa dessa capacidade de remover carbono do ar, investir na restauração de florestas é uma forma inteligente de obter um ar mais limpo e mitigar os efeitos da mudança do clima.

    *Esse texto foi escrito por Sabrina Carmo, coordenadora do Jardim Botânico Inhotim

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    03 de junho de 2019

    Redação Inhotim


    comunidadeeducaçãoinhotimmeio ambienteprogramação culturalvisita

    Leitura: 8 min

    Semana do Meio Ambiente no Inhotim aborda Restauração de Florestas

    Semana do Meio Ambiente no Inhotim aborda Restauração de Florestas

    O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado no dia 5 de junho e, a cada ano, o Inhotim promove uma série de atividades educativas para sensibilizar a sociedade quanto às questões ambientais. Em 2019, o Instituto evidencia sua vocação como agente de recuperação ambiental local, com conhecimentos que colaboram com a restauração de áreas impactadas pela mineração e com a conservação de espécies botânicas.

    O tema da 15ª Semana do Meio Ambiente Inhotim, que acontece entre 4 e 9 de junho, é “De sementes a florestas”. O objetivo é debater a importância das sementes na restauração de florestas por meio do acervo botânico. Durante este período, o público poderá ter acesso aos bastidores de produção e pesquisa do Jardim Botânico Inhotim (JBI).

    Além da área de visitação de 133 hectares, o Inhotim conta com uma Reserva Particular do Patrimônio Natural Inhotim (RPPN) de aproximadamente 250 hectares, inserida na bacia hidrográfica do Rio Paraopeba e em uma área de transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado.

    “O JBI guarda um acervo impressionante de espécies nativas e exóticas, possui uma área de mata protegida que funciona como uma importante fonte de sementes e realiza um trabalho consistente de germinação e produção de mudas”, ressalta a coordenadora do Jardim Botânico, Sabrina Carmo.

    O Inhotim mantém, propaga e propicia estudos com um acervo de aproximadamente 5 mil espécies, representando mais de 28% das famílias botânicas conhecidas no planeta. A ênfase do trabalho do JBI é a transformação de paisagens, dispondo espécies de forma a criar espaços dedicados ao lazer, à educação e à pesquisa.

    Além dos jardins, a estrutura do JBI conta com Laboratório de Botânica, estufas, viveiros, sombrites, horto e outros recursos. A gestão de recursos hídricos, efluentes, energia, resíduos e fauna também são áreas de atuação permanente do JBI.

    Confira a programação completa da Semana do Meio Ambiente Inhotim:

    4 e 5/06 – Conversa com especialista: conhecendo as abelhas nativas
    Para produzir sementes, a maior parte das plantas depende da ação de animais polinizadores. Bons exemplos são as abelhas sem ferrão, espécies nativas que permitem a reprodução de um impressionante número de plantas. Em uma conversa com especialistas no cultivo de abelhas meliponas, os participantes terão a oportunidade de conhecer diferentes espécies e refletir sobre a importância delas para a conservação da flora nativa.

    Quando: 4 e 5 de junho (terça e quarta), às 14h
    Local: Largo das Orquídeas (J7 no mapa)
    Observação: 25 vagas. Inscrições no local da atividade, a partir de 13h45.

    5/06 – Visita Temática Especial: experiências em família nos jardins do Inhotim
    Os acervos do Inhotim são capazes de despertar o interesse das crianças e seus familiares e conduzir a uma experiência lúdico-pedagógica. A visita trará a mediação como despertar para a criatividade infantil e envolvimento da família, além de utilizar a manipulação de objetos para uma experiência multissensorial.

    Quando: 5 de junho (quarta), às 10h30.
    Local: saída da Recepção
    Observação: 25 vagas, inscrição no local a partir de 10h15.

    5/06 – Oficina de cultivo de ipê-branco
    O Educativo prepara uma oficina especial de cultivo de mudas de ipê-branco (Handroanthus roseo-alba). A árvore é nativa do Cerrado, da Mata Atlântica e da Caatinga.

    Quando: 5 de junho (quarta), às 14h
    Local: Tamboril (B1 no mapa)
    Observação: 25 vagas, inscrição no local.

    5 a 26/06 – Mostra de sementes na Estação Educativa Itinerante
    Você já ouviu falar de sementes aladas? Para conhecer esse e vários outros tipos, visite a Estação Educativa Itinerante, que exibe uma seleção especial de sementes. A mostra é composta por espécies encontradas na RPPN e na área de visitação do Instituto. Aproveite para conhecer a importância das sementes para estudos de restauração ecológica.

    Quando: 5 a 26 de junho (quartas), das 10 às 16h
    Local: Tamboril (B1 no mapa)

    8/06 – Visita mediada pelo agrônomo Juliano Borin – Nos jardins do Inhotim, uma conversa sobre sementes e florestas
    Uma floresta é uma rede viva de interações. Nela, sementes e animais polinizadores desempenham funções espetaculares, que os admiradores da natureza poderão conhecer de forma mais profunda em uma visita com o engenheiro agrônomo do Inhotim, Juliano Borin. O convite é à experimentação dos jardins do Instituto de maneira exclusiva, percorrendo também espaços que não são abertos à visitação livre, como o epifitário e a estufa equatorial.

    Quando: 8 de junho (sábado), das 14h às 16h30
    Local: saída da Recepção
    Observação: 25 vagas. Inscrição prévia na Recepção, no dia da atividade, entre 9h30 e 14h.

    8/06 – Piquenique com o Educativo Inhotim
    A alimentação em família fortalece as relações afetivas, ativa memórias e estimula diálogos. Venha passar o sábado no Inhotim e participar da primeira edição do piquenique em família. O evento contará com oficinas educativas inspiradas nas propostas da artista e educadora Carolina Velásquez e seus “Fabulosos” (seres imaginários que envolvem elementos humanos, animais fantasiosos) e contação de histórias presentes no imaginário coletivo e que integram as obras dos acervos artístico e botânico do Inhotim. Os Fabulosos vão convidar as famílias a se envolverem num delicioso mundo de criação, brincadeiras e exercícios coletivos de dança, movimento e improvisação. Venha conhecer novas maneiras de estar e de se movimentar no Inhotim.

    Quando: 8 de junho (sábado)
    Piquenique: das 12h às 12h45
    Oficina educativa: 12h45 às 14h
    Local: Galeria Marilá Dardot (G17 no mapa)

    Observação: Os alimentos do piquenique devem ser adquiridos no local. Não é permitido entrar com alimentos no Inhotim. Consulte valores e realize as inscrições com a Belvitur, agência de turismo oficial do Inhotim: inhotim@belvitur.com.br / (31) 3290-9180.

    8 a 30/06 – Visita Temática: De sementes a florestas
    Durante a Semana do Meio Ambiente, a Visita Temática convida o público a conhecer a importância das sementes para a formação das florestas, com destaque para as espécies nativas. Algumas delas estão protegidas na RPPN Inhotim e também presentes na área de visitação do Instituto.

    Quando: 8 a 30 de junho (quartas, sábados, domingos e feriados), às 10h30
    Local: saída da Recepção
    Observação: 25 vagas, inscrição no local a partir de 10h15.

    Compre seu ingresso online e confirme presença na nossa Semana do Meio Ambiente! 

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    22 de maio de 2019

    Redação Inhotim


    Leitura: 3 min

    Tempo frio faz mais de mil orquídeas florescerem no Inhotim 

    Tempo frio faz mais de mil orquídeas florescerem no Inhotim 

    Quem visita o Inhotim em diferentes épocas do ano tem a oportunidade de perceber as manias da natureza. Na primavera, as Bouganvillas florescem com suas cores vibrantes. No verão, é a vez das Vandas, orquídeas que adoram o clima quente para brotarem. Quando o frio começa a chegar, é a vez de observar vindo com o outono também as cores do Cipreste-do-Brejo. E é só o inverno se aproximar para reparar em mais um espetáculo botânico: o Largo das Orquídeas com mais de quinhentos botões abertos, como está agora. Você já passou lá pra ver?

    As mudas de Cattleya walkeriana chegaram ao Inhotim em 2016, por meio de uma parceria com a Orchid Brazil  que complementou ainda mais nosso jardim botânico com as 17 mil orquídeas distribuídas em 48 palmeiras nativas e exóticas.  Essa espécie de orquídea é nativa de Minas Gerais, São Paulo e Goiás, típico do Cerrado, e adora o clima seco e frio. Por aqui, elas crescem firmes e fortes, aos cuidados da jardineira Edna e da equipe de fitossanitarismo composta por Leandro, Afonso, Carlos e Sergio, responsáveis pela sanidade e pelo tratamento das plantas. Além disso, esse jardim recebe visitas frequentes da equipe da Orchid Brazil, que dá suporte na manutenção e acompanha o desenvolvimento delas.

    Os cuidados com essa legião de orquídeas acontecem durante todo o ano, conduzidos por Juliano Borin, engenheiro agrônomo do Instituto. Segundo ele, nas épocas sem flor, elas precisam de duas regas semanais. “Fazemos a adubação de manutenção uma vez por mês, com um adubo equilibrado. Já em janeiro e fevereiro, fazemos uma adubação para favorecer o florescimento. É um adubo com mais potássio”, explica. Na época de floração, as regas e a adubação são suspensas, para preservar a durabilidade das flores. Por se tratar de uma planta rústica, de acordo com Borin, a espécie não exige muita mão de obra. “É uma planta nativa. Isso facilita sua adaptação  à temperatura e aos insetos”.

    Durante a manhã, por volta das 11h, é possível sentir o cheiro emanado pelas flores, responsável por atrair as abelhas polinizadoras. Todo ano a floração é o dobro do ano anterior e, por isso, a expectativa é de ver o nosso Largo com mais de mil botões florindo no auge do inverno de 2019.

    Você vai perder? Venha conhecer esse e todos os nossos outros jardins Temáticos!

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