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  • 11 de setembro de 2015

    Redação Inhotim


    artebrumadinhomúsicaprogramação cultural

    Sem categoria Leitura: 6 min

    Como se preparar para os shows do Inhotim em Cena

    Como se preparar para os shows do Inhotim em Cena

    O Inhotim em Cena chegou e está na hora de se organizar para ir ao parque aproveitar ao máximo dos shows. Confira algumas dicas que vão desde o transporte à alimentação no parque.

    Como eu chego?
    O Inhotim está localizado em Brumadinho, cidade a 60 km de Belo Horizonte. O ideal é você reunir sua família ou seu grupo de amigos e ir todo mundo junto. O transporte rodoviário sempre é uma ótima opção para evitar o excesso de tráfego. É bom para você e para todos!

    Para incentivar o transporte coletivo, a OTURI, operadora de eventos e turismo do Inhotim, organizou um transporte especial para os shows. O ônibus sairá da região da Savassi, em Belo Horizonte, para o Inhotim e fará o mesmo caminho de volta. A passagem precisa ser comprada com antecedência na loja do Inhotim, na Savassi. Confira os horários e valores:

    12/09, sábado – Lucas Santtana
    Saída às 11h e retorno às 17h30
    Preço: 80,00 (ida e volta)

    13/09, domingo – Luiz Melodia
    Saída às 11h e retorno às 17h30
    Preço: 80,00 (ida e volta)

    20/09, domingo – Carminho
    Saída às 11h e retorno às 17h30
    Preço: 80,00 (ida e volta)

    3/10, sábado – Zélia Duncan/Jaques Morelenbaum
    Saída às 11h e retorno às 17h30
    Preço: 80,00 (ida e volta)

    4/10, domingo – Zélia Duncan/Jaques Morelenbaum
    Saída às 11h e retorno às 17h30
    Preço: 80,00 (ida e volta)

    10/10, sábado – Homenagem a Fernando Brant
    Saída às 11h e retorno às 17h30
    Preço: 80,00 (ida e volta)

    11/10, domingo – Homenagem a Fernando Brant
    Saída às 11h e retorno às 17h30
    Preço: 80,00 (ida e volta)

    17/10, sábado – Maria Bethânia
    Saída às 11h e retorno às 17h30
    Preço: 80,00 (ida e volta)

    18/10, domingo – Maria Bethânia
    Saída às 11h e retorno às 17h30
    Preço: 80,00 (ida e volta)

    Se você quiser aproveitar o dia no parque, a  OTURI disponibiliza um transporte diário às 8h15 saindo da porta da loja do Inhotim, na Savassi. O preço para os dias de show é de R$80,00 e deve ser comprado antecipadamente na própria loja do Inhotim (Rua Antônio de Albuquerque, 911).

    Além dessas opções, a Saritur, empresa de transporte rodoviário, possui ônibus diários saindo às 8h15 da rodoviária de Belo Horizonte. Se você optar por carro, no site do Inhotim você pode traçar a rota, calcular a distância e a duração da viagem. Todas essas informações estão disponíveis no site.

    Qual é o melhor horário para minha chegada?
    Todos os shows do Inhotim em Cena estão previstos para começar às 15h. O ingresso do show dá acesso a todo o parque, por isso programe a sua chegada para o início da manhã e aproveite o dia aqui. Isso dará ainda mais tranquilidade ao seu trajeto!

    Com que roupa eu vou?
    O Inhotim tem uma área de 20,23km², ou seja, para você aproveitar tudo o que o parque tem a oferecer é importante que você venha com roupas leves e sapatos confortáveis.

    O que eu levo?
    Os shows acontecerão nos jardins ao redor do Magic Square, por isso traga cangas para você se acomodar de forma mais confortável.

    Traga sua câmera ou garanta que seu celular esteja carregado para você registrar todos os seus momentos. Quando compartilhar nas redes sociais não se esqueça da hashtag #inhotimemcena

    Se a previsão for sol, protetor solar é fundamental. Se tiver espaço na mochila para um boné ou chapéu melhor ainda. O espaço é aberto, por isso proteja-se.

    Se a previsão for chuva, fique tranquilo, estamos preparados para isso! Traga uma capa de chuva e aproveite!

    Durante os shows, teremos reforços na equipe para oferecer com comodidade comidas e bebidas. Todos os locais aceitam cartão de crédito e débito, mas recomendamos que você traga dinheiro para evitar qualquer eventualidade.

    Cheguei!
    Estenda sua canga, sente-se com seus amigos e aproveite muito! Desejamos a vocês uma experiência única!

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    05 de agosto de 2015

    Redação Inhotim


    artefotografianovidadevisita

    Sem categoria Leitura: 4 min

    Galerias do Inhotim são abertas para fotografias

    Galerias do Inhotim são abertas para fotografias

    A partir de agora, quem visitar o Inhotim vai poder fotografar dentro das galerias do parque. Para comemorar a novidade, o Instituto realizou, em parceria com o Instagram, o primeiro Empty do Brasil, um dia em que o parque foi aberto exclusivamente para 14 Instagrammers registrarem os acervos com diferentes olhares.

    A segunda-feira começou com um café da manhã aos pés da árvore Tamboril, onde Bernardo Paz, idealizador do Instituto, recebeu os participantes em um bate-papo sobre a tecnologia e a vida na atualidade. Paz instigou-os a pensar sobre o poder de transformação que possuem. “A geração de vocês tem a oportunidade de construir um mundo sem ódio, sem competição. Os governos serão vocês mesmos, porque vocês vão formar a opinião pública.” Ele também refletiu sobre a velocidade das mudanças no mundo hoje, que torna difícil prever o que vai acontecer em um curto espaço de tempo, mesmo com o fácil acesso à informação e à tecnologia.

    BLOG1

    O grupo de fotógrafos se reuniu para um bate-papo com o idealizador do Instituto, Bernardo Paz, antes de começar a percorrer o parque. Foto: William Gomes

    Durante o dia, o grupo percorreu os eixos rosa, laranja e amarelo do parque registrando diferentes percepções sobre as obras de arte. Os fotógrafos comemoraram a oportunidade de clicar a obra Desvio para o vermelho: Impregnação, Entorno, Desvio, de Cildo Meireles, e encontraram nas pinturas de Adriana Varejão diversos ângulos a serem fotografados. As luzes que entravam pelas portas da galeria Miguel Rio Branco e do Sonic Pavillion chamaram a atenção de alguns, enquanto outros exploravam as cores e contrastes nas paredes de Hélio Oiticica e nas colagens de Geta Bratescu.

    Fred Bandeira, um dos convidados da ação, considerou a visita diferente, mesmo já tendo ido ao Inhotim em outras oportunidades. “Poder fotografar dentro das galerias permite uma aproximação e interação com o trabalho do artista”, disse. Mas é preciso ter cuidado para que os cliques não atrapalhem a magia da visita, alerta Ticiana Porto, instagrammer carioca que participou do Empty. “Registrar é valioso, mas também tem que ter o momento de desligar o celular e sentir a obra, sem outras preocupações. Isso também faz parte da experiência”, diz.

    Para o diretor artístico do Instituto, Rodrigo Moura, é importante considerar as transformações do lugar da fotografia na sociedade desde quando o Inhotim foi inaugurado, há nove anos. “Não faz mais sentido limitá-la, sendo que sabemos que as pessoas desejam fotografar. Assim, nos parece uma excelente oportunidade rever essas normas, para aprender junto com o visitante como explorar o espaço expositivo com a câmera, criando novas maneiras de continuar a experiência do Inhotim para além da visita presencial”, reflete.

    Conheça os participantes do Empty Inhotim e veja as fotos tiradas durante o dia. Aproveite para se inspirar nos seus próprios registros na próxima visita.

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    12 de junho de 2015

    Redação Inhotim


    amorarteinhotim

    Sem categoria Leitura: 3 min

    Linda do Rosário, uma história de amor

    Linda do Rosário, uma história de amor

    A visitante caminhava ao redor da obra. Máquina de retratos em punho. Inquieta, perguntou ao monitor da galeria:

    – Linda do Rosário? Mas por que desse nome?

    – Bem, é o nome de um hotel que desabou no Rio de Janeiro, em 2002 – ele respondeu.

    – E por que uma artista escolheria esse nome para uma obra de arte? – retrucou, desconfiada.

    – Essa artista, Adriana Varejão, gosta muito de trabalhar com azulejos. Você vai ver por aqui no Inhotim outros trabalhos dela que utilizam esse material. Mas ela também gosta de fotografar, especialmente situações inusitadas. Quando o prédio caiu, Adriana estava no Rio preparando uma exposição. Ao saber do acidente, foi até as ruínas e fez algumas fotos. Ela percebeu que, apesar dos escombros, havia paredes de azulejo azul e branco, resistindo a toda a destruição. Essa foi uma das inspirações para ela compor esse trabalho.

    – E no hotel, tinha gente lá?

    -Tinha sim. Dizem que o porteiro escutou os estalos e saiu avisando todo mundo para deixar o prédio imediatamente. Quando ele estava descendo as escadas, quase na porta, lembrou-se de um casal que ocupava um dos quartos. Da portaria, interfonou, mas ninguém atendeu. Ele chegou a retornar e bater na porta, mas não houve resposta.

    – Nossa, e o que aconteceu?

    – Assim que ele deixou o prédio, assistiu tudo desabar, ao lado das outras pessoas que também conseguiram escapar da tragédia. Infelizmente o casal não sobreviveu. Dois dias depois, seus corpos foram encontrados pelos bombeiros, em meio aos escombros, deitados sobre os restos de uma cama. Seus nomes não foram revelados, mas um jornal da época contou que se tratava de um casal de amantes. Há quem diga que eles ouviram o porteiro chamar, mas preferiram ficar ali e morrer juntos, cansados de esconder seu amor… Tem até uma música, daquela banda Los Hermanos, que canta essa história. Chama “conversas de botas batidas”.

    – Poxa, obrigada! Só de olhar eu nunca ia imaginar isso tudo! E que material é esse?

    – É poliuretano, senhora! Só não pode tocar na obra…

    A queda de um hotel em SP foi inspiração para a obra de Adriana Varejão.

    A queda de um hotel em RJ foi inspiração para a obra de Adriana Varejão.

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    03 de junho de 2015

    Rodrigo Moura

    Curador e diretor de Artes e Programas Culturais do Inhotim


    artecosmococainhotimmúsica

    Sem categoria Leitura: 8 min

    Juliana Perdigão, uma cantora de mil faces

    Juliana Perdigão, uma cantora de mil faces

    Em 2011, a jovem cantora Juliana Perdigão, uma amiga nova, me convidou para escrever um texto sobre seu primeiro disco, Álbum desconhecido (você confere o texto abaixo). Desde então começamos um intenso diálogo sobre música, arte e vida, que incluiu a possibilidade de um show em Inhotim, dentro da faixa de programação do Inhotim em Cena dedicado a novos artistas brasileiros. Este show acabou se tornando um espetáculo comissionado, a partir do universo estético e do repertório musical de um dos nossos pavilhões permanentes mais importantes, a Galeria Cosmococa, dedicada à obra de Hélio Oiticica e Neville d’Almeida. O show acontece no teto da galeria, nos dias 6 e 7 de junho, às 15h.

    As obras da galeria foram criadas pelos artistas em Nova York, quando os dois viveram intensamente a cena underground na cidade, e trazem trilhas sonoras pensadas especialmente para  as instalações audiovisuais. Jimi Hendrix, John Cage e Yoko Ono, heróis da contracultura e vanguarda americana, surgem ao lado de Luiz Gonzaga e Yma Sumac, referências brasileira e sul-americana. A partir do trânsito entre registros do samba à vanguarda, Juliana abarca uma perspectiva pós-tropicalista (Macalé e Tom Zé, Zé Celso e os Campos, passando por compositores emergentes, como Negro Léo e Ava Rocha) para compor seu próprio repertório. As apresentações marcam o retorno de Juliana aos palcos mineiros, depois de uma temporada se apresentando em São Paulo, onde além de estrear a banda nova e se preparar para um novo álbum solo, atuou como instrumentista e atriz em três espetáculos do Grupo Oficina. É imperdível.

    O show foi inspirado na arte de Hélio Oiticica e acontece no teto da Cosmococa.

    O show foi inspirado na arte de Hélio Oiticica e acontece no teto da Cosmococa.

    Texto de amigo é problema. O primeiro problema é a demora. Você pede o texto e o sujeito diz, claro, e passam-se dois, quatro, seis meses e você com o disco, o  livro, a exposição na boca do forno e nada do texto. O segundo problema é quantas vezes você se encontra com o amigo no meio do processo e falam, entre desinteressados e desesperados, sobre o assunto: mas sobre o que? vai ser o texto. De que? vai falar?  E será? que fica pronto. E o amigo com cara de paisagem. Inútil paisagem. Então, por isso, sem mais delongas, Juliana Perdigão, aqui vai o texto que te prometi. Lembro da primeira vez que te vi, que deve ter sido apenas a primeira que eu me lembro. Na nossa cidade nos vemos muitas vezes antes de acenarmos uns aos outros com a cabeça. O endereço era uma cobertura que eu ocupava preguiçosamente na Rua Santa Rita Durão e o ensejo, não poderia ser mais oportuno, o Natal. Você me visitou e cantou, como uma gata vadia, na cozinha daquele apartamento enquanto eu fatiava verduras distraído. Daí eu me lembrei de ter te visto cantando, meses antes, com tantos amigos em comum, num palco qualquer. Daí eu vi que você simplesmente canta, verbo intransitivo. Não faz muito caso disso, mas quando canta a gente te escuta, verbo transitivo. Daí me lembrei que você também toca o clarinete e, talvez por isso, cante sem fazer tanto caso ou drama disso, acostumada a emitir sons audíveis da região da face. No final te levei no elevador e te disse que curtia teu jeito de cantar. Você sorriu meio tímida e a porta fechou. E desde esta noite a nossa conversa se projetou não apenas para o futuro mas também para trás. Em infinitas varandas, revelamos lembranças em comum, esfrangalhadas mas existentes, de músicas e noites na nossa cidade. Do Squat à Fundação. Ou seria o contrário? Quem lembra sabe. Daquela noite até o teu disco, descobrimos nos conhecer desde sempre. É desta eternidade, Juliana, que eu queria te falar nesta carta.

    Pra mim, o divórcio que houve entre a música e o cotidiano brasileiro – era pra falar canção popular e classe média, mas passa assim também – é irreversível. Por isso eu só posso acreditar na música no presente. E cantar o passado é, muitas vezes, viver o presente. Por isso em rodas de sambas gastamos os nossos melhores anos. E você, com teu Álbum Desconhecido, de título inspirado e colaborações mais do que elevadas (este texto escusado), tange justamente este problema, “coisa nossa”, ao elencar autores, em sua maioria, desconhecidos e novíssimos. Música feita da matéria presente, do tempo presente. Esta tua eleição está bem porque no tempo de hoje nos projetamos no passado. E só vamos honrar o nosso “passado de glória”, o nosso “samba tradição”, se colocarmos um “objeto não identificado” no meio da sala. A nossa vingança é poder convidar para a festa dos vivos quem a gente quiser. Só não vale viver do passado. Esta fricção entre o passado e o presente se sente no teu trabalho e no de todos nós que desafiamos a tradição como estagnação. Acompanhei algumas prévias ao vivo deste disco, feito de canções singelas, como você me ensinou, e sei que a diversidade de registros que está aqui não é ecletismo, mas parte da sua personalidade artística. Te vendo cantar no palco, vi uma instrumentista afiada, uma bandleader leal, uma diva mal disfarçada, uma bamba cachaceira, uma intérprete de verdade, na hora de escolher, cantar e dirigir o arranjo. Tais e tão complexas são as tuas mil faces. Mas prometi a mim mesmo despir-me das vestes do crítico para escrever esta carta. O terceiro, último e fatal problema de texto de amigo, Ju, é que não há objetividade que resista a nossa conversa, que já passa de anos e que vai durar muitos mais anos. E, agora, para sempre. Dever cumprido.

    Guarulhos, maio de 2011. R.M.

    Juliana Perdigão e Os Kurva
    Quando: 6 e 7 de junho, às 15h.
    Onde: Galeria Cosmococa.

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    18 de maio de 2015

    Redação Inhotim


    arteprogramação cultural

    Sem categoria Leitura: 4 min

    Conversas sobre arte contemporânea

    Conversas sobre arte contemporânea

    Quem adora arte não pode perder amanhã, 19 de maio, às 20h, a conversa entre o artista Marcius Galan, o crítico de arte Thiago Mesquita e o curador e diretor artístico do Inhotim, Rodrigo Moura. O encontro tem como ponto de partida a exposição “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim”, em exibição até 31 de maio, no Itaú Cultural, em São Paulo. Com entrada gratuita, a mesa será mediada pela curadora de programas públicos do Instituto, Morgana Rissinger, e exibida ao vivo pelo site do Itaú Cultural.

    Sobre os convidados
    Marcius Galan é um dos artistas que integra a mostra “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim” e possui duas obras em exibição no Instituto, em Brumadinho, atualmente. Em seu trabalho, o tema espaço é assunto recorrente e envolve muitas vezes a percepção do espectador.

    Thiago Mesquita é crítico de arte e tem passagens por veículos como Folha de S. Paulo e +Soma. É professor em universidades e instituições culturais, além de organizar exposições e publicações no campo da arte contemporânea brasileira.

    Rodrigo Moura é diretor artístico e curador do Inhotim, onde trabalha desde 2004. Exerceu importante papel na aquisição de obras fundamentais da coleção, incluindo obras de Ernesto Neto, Jorge Macchi e Rivane Neuenschwander. Também atua como crítico de arte e editor.

    Sobre a exposição
    “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim” é a primeira mostra itinerante do Instituto e apresenta obras nunca antes exibidas no parque. A exposição toma como ponto de partida um momento histórico em que a arte deixa de se resumir a objetos para existir de maneira mais aberta para o mundo. Nesse contexto, elementos do cotidiano, do espaço real, da política e do corpo são incorporados e o espectador se transforma em participante. 50 obras de 29 artistas, nacionais e internacionais, compõem a exibição, que já esteve em exibição na Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte.

    SERVIÇO:
    Conversas sobre arte contemporânea: Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim
    Quando: 19 de maio (terça-feira), às 19h30
    Onde: Sala Vermelha do Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô, São Paulo/SP)
    Entrada gratuita (com distribuição de ingresso 30 minutos antes). 70 vagas.

    Transmissão ao vivo pelo site do Itaú Cultural
    Tradução simultânea na plateia em Libras

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