O Instituto Cultural Inhotim, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), aprovou dois projetos de pesquisa científica pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG).
"Pretendemos transformar o Instituto Cultural Inhotim em centro de convergência cultural de Brumadinho e aperfeiçoar o relacionamento entre a comunidade da região e o Inhotim", afirmou Roseni Senna, diretora de Inclusão e Cidadania do Inhotim.
O projeto ‘Centro de Memória e Patrimônio Histórico Cultural do Instituto Cultural Inhotim’, aprovado no valor de R$ 35.318,42, terá dois anos de duração e será coordenado pela professora adjunta da UFMG, Rita de Cássia Marques, doutora em História pela Universidade Federal Fluminense. A pesquisa vai contar com dois estudantes de graduação e dois de mestrado e será norteada por quatro eixos: história de Brumadinho, meio ambiente, Inhotim como localidade e história musical da cidade.
Documentos, registros da história oral, fotografias e vídeos farão parte do Centro de Memória e Patrimônio Histórico Cultural do Instituto Cultural Inhotim, que ficará localizado em uma casa próxima ao Instituto e será composto por acervo de memória e patrimônio da região de Brumadinho, arquivos do Inhotim e biblioteca de referência.
Também aprovado pela Fapemig, o projeto de pesquisa ‘Colecionar arte contemporânea: O caso Inhotim’ será coordenado pela professora da Escola Guignard da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), Luzia Gontijo Rodrigues, doutora em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas.
A pesquisa terá duração de dois anos e tem como objetivo investigar a estrutura material que envolve a relação entre as instituições de arte e a produção de arte contemporânea, tendo o Instituto Cultural Inhotim como estudo de caso. O projeto aprovado, no valor de R$ 31.731,59, vai mapear o caminho percorrido pela obra de arte, do momento de sua concepção até fazer parte de uma coleção determinada.
