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  • Botanical Garden

    Inhotim’s gardens are unique, with rare beauty and a landscaping design that exploits all the aesthetic possibilities of the botanical collection. More than objects of contemplation, the gardens are a field for floral studies, the cataloging of new botanical species, onsite and off-site conservation, and environmental education actions. In 2010, Instituto Inhotim entered the official roster of botanical gardens of the National Commission of Botanical Gardens (CNJB) and since then has been a member of the Brazilian Botanical Garden Network (RNJB).





    The Inhotim Botanical Garden (IBG) maintains, propagates and allows for studies of the botanical species of its collection of approximately 5,000 species, representing more than 28% of the known botanical families on the planet. The IBG’s work is primarily focused on threatened species, the conservation of genetic resources, and the arrangement of the species in landscaping designs. The introduction of little-known species in landscaping designs is one of the strategies used to raise the visitors’ awareness about the importance of plant biodiversity for human survival.









    The Inhotim PRNH

    Besides its 140-hectare visiting area, Instituto Inhotim has a 145-hectare area known as the Inhotim Private Reserve of Natural Heritage (PRNH), situated in the Atlantic Forest Domain. The PRNH consists of remnants of the Seasonal Semi-Deciduous Mountain Forest, found in different stages of ecological succession, and of some patches of cerrado biome at the tops of the mountains. More than 1,000 species of vascular plants are found in the area, along with a vast floral diversity and three natural springs. In May 2010, the Inhotim PRNH was officially recognized by the federal government, through the Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

    Botany Collection

    Instituto Inhotim’s botanical collection consists of groups with landscaping value while furthermore possessing significant phylogenetic representativity. Altogether, there are about 5,000 accessions, representing 181 botanical families, 953 genera, and a little more than 4,200 species of vascular plants. This great diversity makes the Inhotim Botanical Garden (IBG) a unique space, with the largest collection, in terms of the number of living species, of all the Brazilian botanical gardens.

    Inhotim possesses one of the most significant collections of palms in the world, with about 1,400 species, more than 1,800 accessions and a total of more than 20,000 individuals (including seedlings and adult plants). The collection of Araceae, a family that includes philodendrons, anthuriums and arum lilies, is the largest in Latin America, with more than 600 accessions and about 450 species. The orchids are represented by about 420 accessions, with more than 330 species.

    The botanical collection kept in the IBG contributes to ex situ (off-site) conservation since it maintains and allows for the replication of a large number of species, some of them threatened by extinction in their habitat. Moreover, in accordance with the philosophy of botanical gardens, Inhotim maintains partnerships with various institutions and seeks to foster exchange among collections, allowing for future stages of the reintroduction of these species in their natural environments.

    During the conference Rio +20, held in 2012, the IBG, in conjunction with the Brazilian Botanical Garden Network (RBJB), released the National System for the Off-Site Conservation of Plant Life, an interactive platform on which 46 Brazilian institutions register and share the threatened species in their collections. The platform moreover allows for the accompaniment of the goals foreseen by the Global Strategy for Plant Conservation, established by the United Nations (UN).

    conheça o Sistema Nacional de Conservação Ex Situ da Flora

    Números do acervo botânico

    4.710

    acessos

    52

    ordens

    181

    famílias

    953

    gêneros

    +4.200

    espécies

    Famílias mais bem representadas

    1

    Arecaceae

    1.807 acessos
    2

    Araceae

    637 acessos
    3

    Orchidaceae

    420 acessos
    4

    Bromeliaceae

    129 acessos
    5

    Fabaceae

    124 acessos
    6

    Acanthaceae

    101 acessos
    7

    Asparagaceae

    97 acessos
    8

    Heliconiaceae

    89 acessos


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    Tamboril

    Árvore icônica do Inhotim, o Tamboril está localizado na área central de visitação e possui entre 80 e 100 anos. Com uma copa ampla e frondosa, proporciona ótima sombra no verão para quem precisa de uma pausa na caminhada. Quando adulta, pode alcançar 35 metros de altura e sua madeira, de corte macio, é utilizada para a fabricação de barcos e canoas. É conhecida também como “orelha-demacaco”, uma referência à sua vagem negra e contorcida, cuja forma se assemelha à de uma orelha.


    Ficha técnica Nome científico: Enterolobium contortisiliquum Origem: Brasil Referência no mapa: B1 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Canelade-ema

    A família da canela-de-ema é tropical e concentra-se principalmente na Serra do Espinhaço. Tipicamente brasileira, é comum em regiões do Cerrado e corre risco de extinção. Adapta-se bem a locais com pouca água, ventos contínuos e grande variação de temperatura. Suas flores são de uma beleza singular.


    Ficha técnica Nome científico: Vellozia compacta Origem: Brasil Referência no mapa: B2 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Macaúba

    A macaúba está localizada no entorno da Galeria Claudia Andujar e pode atingir 15 metros de altura. Principalmente quando jovem, possui espinhos e oferece frutos deliciosos que são utilizados em sorvetes, licores, óleo de cozinha, hidratantes capilares e até combustíveis. As demais partes da árvore podem servir para a produção de mourões e estacas, obtenção de palmito, seiva e extração de fibras para linha de pesca e redes.


    Ficha técnica Nome científico: Acrocomia aculeata Origem: Brasil Referência no mapa: B3 Localização no Inhotim: Eixo Rosa
    Agave Polvo

    Uma das plantas mais fotografadas do Inhotim, o agave polvo está localizado próximo à obra Viewing Machine, do artista Olafur Eliasson. É uma suculenta com folhas carnudas natural de desertos e montanhas. No gênero dos agaves, destacam-se também as espécies com fins comerciais, como o agave azul (Agave tequilana) que é usado na produção de tequila, e o Agave sisalana, utilizado na produção de sisal para artesanato.


    Ficha técnica Nome científico: Agave vilmoriniana Origem: México Referência no mapa: B4 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Samambaia gigante

    Essa grande samambaia habita ambientes tropicais e é conhecida por ocupar áreas úmidas e de baixa elevação. Cultivada no mundo todo como planta ornamental, seu rizoma – um tipo de caule – pode servir como fonte de alimento ou perfume para o óleo de coco.


    Ficha técnica Nome científico: Angiopteris evecta Origem: Ásia, Austrália e Madagascar Referência no mapa: B5 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Pata-de-elefante

    A pata-de-elefante é uma planta ornamental que ganhou o carinho dos visitantes do Inhotim pela beleza imponente. Pode alcançar os 10 metros de altura e sua copa tem formato de tufo, remetendo a uma cabeleira. Seu tronco armazena água, fazendo com que a pata de-elefante consiga sobreviver a longos períodos de estiagem.


    Ficha técnica Nome científico: Beaucarnea recurvata Origem: México Referência no mapa: B6 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Palmeira azul

    Bem pertinho do Magic Square, obra do artista Hélio Oiticica, encontra-se a palmeira azul, bastante utilizada no paisagismo por sua exuberância. As folhas parecem grandes leques em tom verde azulado graças a uma substância produzida no contato com a luz solar. Essa substância também garante mais resistência às folhas, protegendo-as do frio e do excesso de água.


    Ficha técnica Nome científico: Bismarckia nobilis Origem: Madagascar Referência no mapa: B7 Localização no Inhotim: Eixo Rosa
    Pau-brasil

    Árvore-símbolo do País, o pau-brasil foi muito utilizado na construção civil e naval, mas seu principal valor estava na produção do corante “brasileína”, que servia para tingir tecidos e fabricar tintas de escrever. Foi ela que deu o nome “Brasil” ao País, mas atualmente corre sério risco de extinção.


    Ficha técnica Nome científico: Caesalpinia echinata Origem: Brasil Referência no mapa: B8 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Jequitibá

    Exuberante, o jequitibá é uma das maiores árvores da Mata Atlântica, chegando aos 50 metros de altura. Seu nome tem origem no termo tupi para “árvore”: yekïti’bá. Admirada por muitos, emprestou seu nome a cidades, ruas, palácios e parques. Hoje enfrenta risco elevado de extinção. No Inhotim, o jequitibá oferece sombra no trajeto próximo à Galeria Valeska Soares.


    Ficha técnica Nome científico: Cariniana legalis Origem: Brasil Referência no mapa: B9 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Inhame-roxo

    O inhame-roxo chama a atenção por sua cor e pela textura aveludada de suas folhas. É uma das várias espécies ornamentais que foram introduzidas no vocabulário paisagístico brasileiro por Roberto Burle Marx. Seus tubérculos, quando cozidos, servem como boa fonte de alimento.


    Ficha técnica Nome científico: Colocasia esculenta Origem: Ásia Tropical Referência no mapa: B10 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Copaíba

    A grande copaíba pode atingir até 30 metros de altura e possui frutos e ementes comestíveis. No Inhotim, localiza-se nas proximidades da Galeria Psicoativa Tunga. Várias partes da árvore são utilizadas na construção civil e naval, na marcenaria em geral e na medicina popular.


    Ficha técnica Nome científico: Copaifera langsdorffii Origem: Brasil Referência no mapa: B11 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Corifa

    As corifas destacam-se pela imponência e podem chegar a 25 metros de altura. Um dos aspectos que as tornam especiais é o fato de que morrem após o florescimento, entre 50 e 70 anos de idade. A floração é exuberante e composta por milhões de pequenas flores.


    Ficha técnica Nome científico: Corypha umbraculifera Origem: Sri Lanka Referência no mapa: B12 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Coité

    Coité é uma palavra originária do tupi que significa “vasilha” ou “panela”. A planta é chamada também de cuieira, cuia de árvore ou cabaça de árvore. Sua madeira, dura e forte, é utilizada na marcenaria e na carpintaria. O fruto da planta possui uma casca bem dura, que serve como vasilhame e também é própria para a fabricação de instrumentos musicais.


    Ficha técnica Nome científico: Crescentia cujete Origem: América Tropical e Antilhas Referência no mapa: B13 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Cica

    Parecida com uma pequena palmeira, a cica possui folhas longas, rígidas e brilhantes que podem chegar a até um metro de comprimento. É uma planta ornamental com crescimento bastante lento, o que faz com que seja valorizada no mercado.


    Ficha técnica Nome científico: Cycas revoluta Origem: Japão e Indonésia Referência no mapa: B14 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Xaxim

    Localizado na subida para a Piscina, de Jorge Macchi, o xaxim é uma espécie ameaçada de extinção. Em 2001, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) criou uma resolução que proíbe o corte e a exploração do xaxim na Mata Atlântica. Mesmo com todos os esforços de conservação, sua recuperação ainda não acompanha o ritmo da extração.


    Ficha técnica Nome científico: Dicksonia sellowiana Origem: Brasil Referência no mapa: B15 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Ipê- amarelo

    Planta característica do cerrado, o lindo ipê-amarelo pode atingir os 30 metros de altura. A sua floração acontece no final do inverno. Quanto mais fria e seca for a estação, maior será a intensidade da sua florada. A madeira pode ser utilizada na construção civil, na marcenaria, na carpintaria e também na confecção de barris para envelhecimento de cachaças.


    Ficha técnica Nome científico: Handroanthus ochraceus Origem: Brasil Referência no mapa: B16 Localização no Inhotim: Eixo Rosa
    Filodendro

    A família do filodendro é muito conhecida pelos paisagistas em razão da beleza de suas folhagens e do grande número de espécies ornamentais. O filodendro é endêmico do Brasil, o que significa que não ocorre em nenhum outro lugar do mundo. Está localizado no Viveiro do Inhotim e suas mudas foram cultivadas na Estufa Equatorial, um espaço voltado para a conservação e propagação de diversas espécies que hoje compõem os jardins do Parque.


    Ficha técnica Nome científico: Philodendron ricardoi Origem: Brasil Referência no mapa: B17 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Tamareira-das-canárias

    Nativa das Ilhas Canárias, essa tamareira dá boas-vindas aos visitantes na recepção do Inhotim. Por ser uma planta tipicamente tropical, requer calor para seu pleno desenvolvimento. Diferente de outras tamareiras, seus frutos não são comestíveis. Em compensação, os nativos das Ilhas Canárias extraem sua seiva para produzir uma espécie de mel, vendido no comércio local.


    Ficha técnica Nome científico: Phoenix canariensis Origem: Ilhas Canárias Referência no mapa: B18 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Palmeira-ráfia

    De porte imponente, a palmeira-ráfia possui grandes folhas que podem atingir até 20 metros de comprimento. Geralmente, as flores surgem quando a planta tem entre 20 e 30 anos de idade. Depois, tem início um processo de senescência – uma morte lenta que pode levar alguns anos. A folha desta palmeira fornece a fibra “ráfia”, utilizada na produção de cestos, chapéus, esteiras, tinturas e cintos.


    Ficha técnica Nome científico: Raphia farinifera Origem: África Oriental, África Central e Madagascar Referência no mapa: B19 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Árvore-do-viajante

    Esta curiosa árvore chama atenção pelas gigantescas folhas, semelhantes às de bananeira, dispostas em leque. Seu nome popular remete ao fato de que as bases de suas folhas são capazes de armazenar até 1,5 litro de água, que pode ser coletada em caso de necessidade. É uma planta tropical, de florestas quentes e úmidas, e não tolera frio intenso.


    Ficha técnica Nome científico: Ravenala madagascariensis Origem: Madagascar Referência no mapa: B20 Localização no Inhotim: Eixo Rosa
    Palmeira-andante

    Conhecida também como paxiúba, a palmeira-andante é uma planta ornamental que sempre desperta o interesse dos visitantes do Inhotim. Seu habitat são os estados do norte do Brasil e a América Central. Para os Yanomami, é uma espécie importante, utilizada para diversos fins, como alimentação, construção e confecção de armas. Possui um caule que pode chegar a 20 metros de altura e é sustentada por um cone de aproximadamente 25 raízes aéreas.


    Ficha técnica Nome científico: Socratea exorrhiza Origem: América Referência no mapa: B12 Localização no Inhotim: Eixos Rosa
    Coco-de-pedra

    Com folhas que chamam atenção pelo brilho, esta planta ornamental resiste a longos períodos de seca. Tem porte médio e chega aos 8 metros de altura, ocorrendo geralmente em locais pedregosos e solos finos. Por ser uma espécie restrita a um habitat que vem sofrendo bastante degradação, está ameaçada de extinção. Há poucos dados disponíveis sobre a planta e, por isso, o investimento em pesquisas é tão urgente.


    Ficha técnica Nome científico: Syagrus ruschiana Origem: Brasil Referência no mapa: B22 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Cipreste-do-brejo

    As folhas do cipreste-do-brejo caem durante o outono e, nessa estação, a planta ganha um tom de canela. Ela se destaca bastante na paisagem ao lado da Galeria True Rouge. Por crescer em solos inundados, algumas de suas raízes se projetam para a superfície em busca de oxigenação.


    Ficha técnica Nome científico: Taxodium distichum Origem: Estados Unidos Referência no mapa: B23 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Bambuzinho

    Encontrado principalmente nas florestas costeiras do Ceará ao Rio de Janeiro, o bambuzinho marca presença no Inhotim próximo à obra By Means of a Sudden Intuitive Realization, do artista Olafur Eliasson. A planta, que tem um pequeno porte característico, é uma espécie do gênero Raddia, que reúne apenas cinco espécies de bambus herbáceos.


    Ficha técnica Nome científico: Raddia brasiliensis Origem: Brasil Referência no mapa: B24 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Areca-dourada

    O alaranjado vivo de seu palmito torna esta planta extremamente atraente. A areca-dourada é bem exigente em termos climáticos, mas se adaptou muito bem ao Brasil. Não tolera frio excessivo ou longos períodos de seca, preferindo os climas mais tropicais sob a luz filtrada de outras árvores.


    Ficha técnica Nome científico: Areca vestiaria Origem: Indonésia Referência no mapa: B25 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Bromélia-imperial

    Tipicamente tropical, a broméliaimperial chama atenção pela forma escultural e cores vibrantes. A planta corre sério risco de extinção, porque é muito comercializada em função da beleza e da alta incidência de incêndios em seu habitat natural. Seu crescimento é moderado, podendo levar 10 anos para atingir o porte adulto e florescer.


    Ficha técnica Nome científico: Alcantarea imperialis Origem: Brasil, Venezuela, Nicarágua e Bolívia Referência no mapa: B26 Localização no Inhotim: Eixo Rosa
    Palmeira-juçara

    Conhecida também como palmito-doce, a planta é notória por seu principal produto, o palmito, muito consumido in natura ou em conserva. Infelizmente, o extrativismo ilegal do palmito tem causado o quase desaparecimento da espécie, e por isso é necessário que a população se conscientize e evite o consumo do palmito de juçara. Seu caule pode chegar aos 12 metros de altura e seus frutos roxos escuros são abundantes em maio e junho. Elegante, ela atrai vários passarinhos para a Galeria True Rouge.


    Ficha técnica Nome científico: Euterpe edulis Origem: Brasil, Paraguai e Argentina Referência no mapa: B27 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Palmeira-anã

    A palmeira-anã, que pode atingir 3 metros de altura, mostra todo o seu potencial ornamental no Restaurante Tamboril. Ela leva também o nome de tamareira-anã e se desenvolve tanto ao sol como a meia-sombra, além de tolerar bem a seca. Durante o verão, seus frutos são mais abundantes e atraem passarinhos.


    Ficha técnica Nome científico: Phoenix roebelenii Origem: Índia e Laos Referência no mapa: B28 Localização no Inhotim: Eixo Amarelo
    Jacarandá-preto

    Tem uma das madeiras mais valorizadas do País e é explorada desde o Brasil colonial. Em razão disso, está na lista do IBAMA de espécies ameaçadas de extinção. O jacarandá-preto é utilizado em obras de marcenaria de luxo e em instrumentos musicais, como pianos. Pode atingir 25 metros de altura e floresce entre setembro e novembro, ao passo que os frutos amadurecem em agosto ou setembro.


    Ficha técnica Nome científico: Dalbergia nigra Origem: Brasil Referência no mapa: B29 Localização no Inhotim: Eixo Laranja
    Buritirana

    Margens de rios, savanas, matas úmidas e de galeria são os habitats mais comuns da buritirana, que é conhecida também como buriti-mirim e caranã. Seu caule pode chegar aos 20 metros de altura e é coberto por espinhos cônicos e rígidos. Os frutos são pequenos, cobertos por escamas castanho-avermelhadas, de onde é extraído suco semelhante ao do buriti.


    Ficha técnica Nome científico: Mauritiella armata Origem: Norte da América do Sul Referência no mapa: B30 Localização no Inhotim: Eixo Laranja

    Landscaping

    The IBG’s landscaping – that is, the arrangement of the botanical collection within the visiting area – takes advantage of aesthetic patterns as a tool for raising public awareness about the importance of biodiversity. Although it cannot be framed within a single style, some principles can be observed in Inhotim’s landscaping, such as the preference for the use of bunches or patches of species that take advantage of the effect caused by grouping.

     

     

    Surprise as a landscaping language is also another much used principle, with curves or passages that suddenly open up onto new perspectives. There is furthermore a continuous effort to enlarge the landscaping vocabulary. The introduction of little-known species in the gardens is also a priority that seeks to present plants which, despite their rare beauty, are almost never used in landscaping designs around the world. Thus, even though Inhotim’s landscaping clearly obeys aesthetic patterns, it includes a wide variety of the species that can be used in the institute’s environmental education activities.

     

     

    The Botanical Curatorship

    The botanical curatorship organizes the growth of the Inhotim Botanical Garden’s collection, in regard to both the conservation of the species and the arrangement of the existing collection, as well as the strategic definition of guidelines for new acquisitions of species. In articulation with the art curatorship, architects, and the technical area, the botanical curatorship actively participates in the projects of installing new galleries, pavilions, and works in the open air, defining the botanical and landscaping design around the art collection. The integration of these areas ensures an absolutely harmonic relation between nature and contemporary art.

    The Educational Plant Nursery

    In the Educational Plant Nursery’s gardens, activities are carried out for the maintenance of the botanical collection, scientific research, conservation and environmental education. A selected portion of Inhotim’s entire collection is represented in the gardens of the space that occupies an area of approximately 25 thousand m².

    The concept of the space goes beyond the cultivation of botanical species and scientific research. At the Educational Plant Nursery, information and practical experience contribute to the construction of knowledge, environmental awareness and the popularization of science in a playful and interactive way. The path, which winds among species of plants from all over the world, allows the visitor to make contact with a diversity of experiences involving the plant kingdom, its different groups and varied forms. The visitor can observe extravagant carnivorous plants, various species of orchids, medicinal and aromatic plants, exotically beautiful aquatic plants, palms, and a spectacular diversity of araceae, such as the eccentric corpse flower (Amorphophalus titanum).




    Espaços do Viveiro Educador




    Guigo Path

    An interpretive trail that offers the visitor empirical and scientific information concerning the fauna, flora and the general environment of a portion of the Atlantic Forest, awakening interest for the conservation of biodiversity.

    Garden of the Senses

    Arranged in the shape of a mandala, the garden contains medicinal, aromatic and toxic plants, providing the visitor with experiences that stimulate various senses of human perception.

    Equatorial Greenhouse

    An environment with controlled temperature and humidity, allowing for the cultivation of tropical species such as the families Araceae, Arecaceae, Piperaceae, Heliconiaceae, and others.

    Juçara Grove

    A space that re-creates the environment of the Atlantic Forest, with areas of shade, mild temperature and high humidity. An invitation to contemplation of the native species of this sort of biome, some of which are threatened with extinction.

    Environmental Management

    Instituto Inhotim seeks alternatives to mitigate environmental impacts resulting from its activities, thus being acknowledged as a global benchmark in sustainability.

    Environmental Regulation

    Respect for the environment is a duty of all institutions committed to sustainable development and quality of life. Inhotim reports all and every impacting activity to environmental agencies, so as to be granted due authorization to carry out such activities. 

    Solid Waste Management

    Solid waste management at Inhotim includes an inventory of the types of residues, as well as proper storing and disposal. Based on the ABNT NBR 10004/2004 technical standard, which classifies solid wastes according to their pollutant potential, the residues are sent to the places indicated: 

    Class I Waste (hazardous): it has its own storing place, where it is collected and taken to an industrial landfill by a certified outsourced company. 

    Class II A Waste (non-inert): stored in containers identified by color, collected by the local administration and taken to a landfill. Except for recyclable waste, which is separated by the department that generates the waste, then stored in different-color containers and taken to the local association of waste pickers.

     Class II B Waste (inert): includes mainly construction debris, which is stored in buckets and taken to an industrial landfill. 

    Water Resource and Effluent Management

    Inhotim is located at a very rich region in terms of water resources. Several springs and natural lakes are protected by forest remnants kept untouched by the Institute, also including a Private Natural Heritage Landmark, RPPN Inhotim (Portuguese acronym). 

    Artesian wells and water reservoirs for irrigation are used to supply water to the park.The park also has its own system comprising septic tanks and biological treatment stations used to treat the effluents generated. Water and effluent samples regularly undergo physical-chemical monitoring, so as to maintain the quality when it comes to water resources and effluent treatment. 

    Fauna Management

    Located between the Atlantic Rainforest and Cerrado (Brazilian Savannah) biomes, the Institute has boosted all of the park’s biological diversity. In order to learn about the local wildlife, the Institute conducts partnerships with universities and expert researchers. 

    learn more about the research

     

    Technology and Environmental Innovation

    Inhotim Carbon Credit: Launched during the 2013 Environment Week, the project is intended to offset Greenhouse Gas Emissions (GHG).An online ecological calculator was developed in partnership with Plantar Carbon. The calculator allows visitors to calculate the amount of GHG emitted annually and offset emissions. The action culminated in the unprecedented UN-certified sale of carbon credits to individuals.

    “Among Butterflies” Circuit: Developed based on data obtained in a scientific project conducted in partnership with Centro Universitário UNA, the environmental education circuit allows visitors to have contact with the park’s butterflies. An illustrated guide with information on the specimens collected during the project invites visitors to a stroll with strategic stops in areas where each species is more abundant. 

     

    Research

    The flora and fauna collection of Inhotim’s Botanical Garden is a field for advanced and innovative studies. The research projects are mainly focused on the off-site conservation of species and on the sustainable use of components of biodiversity. The production of knowledge at Inhotim is also aimed at the development of environmental technologies and planning for the conservation of the natural environment. The studies are developed by investigators of Instituto Inhotim and on the basis of dialogue with institutional networks formed by public and private universities, as well as various companies and public agencies.


    conheça as pesquisas desenvolvidas no Jardim Botânico Inhotim   Fundo Clima project