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  • 17 de outubro de 2017

    Redação Inhotim


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    Leitura: 7 min

    Volta do “Troca-troca” é celebrada com várias atrações no Inhotim Ocupações Temporárias

    Volta do “Troca-troca” é celebrada com várias atrações no Inhotim Ocupações Temporárias

    Tudo começou quando uma das obras mais coloridas do Inhotim precisou sair de cena para ser restaurada. Em março de 2017, os fusquinhas que integram o trabalho “Troca-troca”, do artista Jarbas Lopes, saíram de onde estavam estacionados, em um gramado da rota laranja do mapa, para passarem por um período de manutenção. No próximo sábado, dia 21 de outubro, eles serão dirigidos de volta para o Inhotim pelo próprio artista, em um momento de reinauguração, no qual outras sete ocupações de diferentes características acontecerão de forma simultânea nos espaços do Instituto.

    O trabalho de restauro foi realizado pela própria equipe do Inhotim, com a supervisão do artista. A tinta foi removida e os carros foram pintados novamente. Além disso, a lataria recebeu serviços de lanternagem e os veículos receberam novos pneus, doados pela Pirelli, patrocinadora do restauro. A parte interna, como o estofado dos bancos, foi renovada.

    De acordo com a restauradora do Instituto, Bruna Oliveira, a equipe fez pesquisas sobre técnicas de pintura automotiva e lanternagem. “A arte contemporânea permite que as partes de uma obra se renovem. Em alguns restauros, como imagens sacras, a tinta deve ser mantida. No caso do Troca-troca, toda a tinta antiga foi removida e substituída por uma nova; e a lataria foi toda renovada.”

    Juntamente com Jarbas Lopes, também foi realizada uma pesquisa com as cores a serem aplicadas nos veículos. Segundo o técnico encarregado de acervo artístico, Elton Damasceno (Fubá), o artista analisou amostras das tintas usadas na restauração feita em 2014. “A partir do estudo das cores, Jarbas pediu para que usássemos tinta vermelha com tonalidade menos próxima do laranja. O contato direto com o artista é fundamental para realizar esse tipo de trabalho. Somos a extensão dos braços do artista”, define Fubá.

    Inhotim Ocupações Temporárias irá celebrar esse retorno com uma programação imperdível. Durante todo o tempo de visitação, o público poderá cruzar com diferentes performances, ativações sonoras e experiência gastronômica, além de ver os três fusquinhas, dirigidos por Jarbas, ganharem uma nova parada.

    Confira a programação:

    OCUPAR_JARBAS LOPES
    A volta do Troca-troca // Dia todo // Galeria Praça e caminhos do Inhotim
    O artista Jarbas Lopes volta para Inhotim para dar uma volta com os três fuscas que compõem a obra Troca- troca (2002). Depois de um processo de restauro, este trabalho de arte é ativado pelos caminhos do Inhotim através do som, do movimento e da troca.

    OCUPAR_MICRÓPOLIS
    9h30 e 11h30 // Recepção e entrada Restaurante Oiticica
    O coletivo Micrópolis nasce da pesquisa sobre arquitetura e o cotidiano da cidade. A partir de uma coleta de imagens pelos caminhos do Inhotim e nas mídias sociais, o grupo propõe uma intervenção no mapa do Inhotim distribuído ao público. A ação, intitulada Museu: modos de usar, mostra, de forma imparcial, outras formas de ocupação do espaço do Inhotim.

    OCUPAR_JOSEANE JORGE
    10h às 15h // Lanchonete e ao redores da obra Palm Pavillion
    Artista, ativista, arquiteta, educadora e cozinheira, Joseane Jorge ocupa a lanchonete do Palm Pavilion com a experiência Forrageio, que tem a colaboração de Benedikt Wiertz. A proposta oferece uma degustação com ingredientes derivados de palmeiras, espécie tão presente na coleção Inhotim e no trabalho Palm Pavilion (2006-2008), do artista Rirkrit Tiravanija.

    OCUPAR_Lira
    11h // Galeria Praça
    O multiartista Lira transita na fronteira entre poesia e performance, música e som, gesto analógico e impulso eletrônico. A ocupação de uma das galerias do Inhotim parte do desejo de experimentar o espaço, o contato com o público e as possibilidades do estranhamento orquestradas pelo artista.

    OCUPAR_PORO
    Dia todo // Pelos caminhos do Inhotim
    Além do deslocamento de um ponto para outro, para que servem os caminhos do Inhotim? Para perder tempo? Para ver através? As propostas do coletivo artístico Poro operam na dimensão da invisibilidade, do gesto nonsense que ocupa cantos da cidade, do percurso, do imaginário. No Inhotim, esse gesto coloca a palavra em meio à natureza, modificando os caminhos e olhares entre um ponto e o próximo…

    OCUPAR_SEGUNDA-PRETA
    A partir das 14h // Tamboril, antigo Deck, Galeria Marcenaria
    O público participa de um trajeto cênico a partir da curadoria do segunda PRETA, projeto que promove ações criadas, produzidas, dirigidas e encenadas por artistas negras e negros. A ação convida à reflexão sobre racismo e representatividade na cultura brasileira.
    14h – Não pode tocar, pode tocar – Lucas Costa
    14h30 – Dar a luz – Anair Patrícia
    14h50 – Refém Solar – Elisa Nunes

    OCUPAR_SHIBA
    15h // Gramado em frente à Galeria Mata
    A convite do artista Jarbas Lopes, a banda Shiba ocupa um dos gramados do Inhotim. Em uma apresentação marcada pelo improviso, a ideia é relaxar, tomar um sol e estar presente para participar da conversa sonora que o grupo propõe.

    OCUPAR_ REVISTA CELTON
    Dia todo // Pelos caminhos do Inhotim
    Quem circula pelas ruas de Belo Horizonte provavelmente já teve contato com a Revista Celton – produção independente de Lacarmélio Alfêo de Araújo, vendida nos cruzamentos da cidade há mais de 30 anos. O convite a Lacarmélio foi o de mergulhar no acervo textual e imagético da obra Troca-troca (2002), construído ao longo de anos e de diversas viagens, e criar uma edição especial da revista.

    Compre seu ingresso e evite filas! 

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    30 de maio de 2017

    Redação Inhotim


    artebotânicabrumadinhocomunidadeeducaçãoinhotimjovens agentes ambientais

    Leitura: 5 min

    Inhotim é espaço de pesquisa e debate para Jovens Agentes Ambientais

    Inhotim é espaço de pesquisa e debate para Jovens Agentes Ambientais

    “O que mais me encanta aqui é a diversidade. Durante nossos encontros, sempre percebo o quanto é importante sermos 25 jovens com tantas diferenças, desde a forma como fomos criados até o lugar onde moramos e a orientação sexual. Isso faz com que nossos debates sejam completos, faz com que a gente construa uma consciência que passa por realidades diversas.”

    Quando questionada sobre o que mais gosta nos encontros dos Jovens Agentes Ambientais (JAA), Kelen logo responde: as diferenças. Integrante do projeto desde o começo do ano, a estudante de 15 anos já participou de um grupo de coral e da Escola de Cordas do Instituto. Assim que foi avisada na escola sobre as inscrições para o JAA, se inscreveu sem pensar duas vezes. “Aqui é minha segunda casa”, conta.
    20170517_JAA_ William Gomes-1011

    O programa, que conta atualmente com o patrocínio da IBM e da Aliança Energia, é desenvolvido pelo Instituto Inhotim desde 2008 e tem como objetivo a formação de jovens matriculados na rede pública de ensino do município de Brumadinho para a inclusão socioambiental. Durante todo o ano, são pensadas atividades que estimulam discussões sobre sustentabilidade, consumo consciente e qualidade de vida na contemporaneidade, e que despertam um olhar crítico para a busca de mobilização social em prol do meio ambiente. As temáticas são sempre abordadas de forma a serem aplicadas na própria comunidade onde os integrantes moram.

    A cada ano, 25 jovens entre 14 e 17 anos são selecionados para compor a turma e receber uma formação intensiva na área de meio ambiente e responsabilidade social. O processo de seleção não é pautado por análise de desempenho escolar ou conhecimento prévio. Durante as dinâmicas de seleção, busca-se identificar jovens que demonstrem sua inquietude diante dos desafios contemporâneos como questões de gênero e sexualidade, representatividade política no Brasil e democracia, ou sobre o papel do jovem na sociedade. Os encontros entre jovens e educadores acontecem duas vezes por semana durante todo o ano letivo, nas dependências do Instituto Inhotim.

    Ana Clara Silva tem 16 anos e foi uma das selecionadas para compor o grupo deste ano. Para ela, a chance de entender os ciclos do ambiente é o que mais a instigou a participar do projeto. “Uma relação ambiental difere muito do que as pessoas pensam que é óbvio. Por exemplo, uma pessoa tem a noção que o meio ambiente é só a floresta. Mas o lugar em que você vive já é um ambiente, o seu ciclo, o que você faz, é o seu ambiente. Aqui aprendemos isso e aprendemos as formas de melhorar esses lugares”, explica. 20170517_JAA_ William Gomes-1017

    Através de discussões temáticas, pesquisas no Jardim Botânico Inhotim e ações de diagnóstico e intervenção realizadas em diferentes comunidades, o programa desperta o envolvimento e desenvolve as habilidades necessárias para que esses jovens trabalhem individual e coletivamente, tendo o Inhotim como ponto de partida para pesquisas, reflexões e experimentações. A metodologia do programa se baseia, ainda, na relação com o município de Brumadinho, principal espaço de atuação e objeto de investigação no contexto do projeto.

    Neste ano, é a vez dos 25 jovens mergulharem em temas como agricultura familiar, alimentação e consumo consciente. No final do ano, é a vez de mostrarem os resultados dos dias de pesquisa, debate e imersão durante o Festival de Rua que realizam junto aos jovens do Laboratório Inhotim. Desta vez, realizado em uma comunidade rural de Brumadinho.

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    19 de maio de 2017

    Redação Inhotim


    elisa bracheresculturainauguraçãoinhotimpaisagismo

    Leitura: 4 min

    Obras de Elisa Bracher são montadas nos jardins do Inhotim

    Obras de Elisa Bracher são montadas nos jardins do Inhotim

    A partir deste sábado, 20 de maio, o público terá mais duas obras para visitar no Inhotim. Nas esculturas de grande escala de Elisa Bracher, montadas nos jardins do Parque, dois elementos marcantes do trabalho da artista estão presentes: peso e equilíbrio. Em Embrionário (2003), 13 toneladas de troncos de madeira se apoiam e se empurram; já em Equilíbrio Amarrado (2004), blocos de mármore criam uma relação de tensão entre instabilidade e sustentação em uma instalação de seis metros de altura.

    Além da montagem das esculturas, um novo paisagismo assinado por Pedro Nehring foi criado ao longo dos últimos cinco meses para receber as instalações. O projeto foi pensado obedecendo à estética misteriosa dos jardins do Parque, que faz com que os encontros com as obras externas e esculturas sejam sempre um convite à descoberta. Ao redor das esculturas, árvores e palmeiras do acervo botânico do Inhotim direcionam os caminhos do visitante de forma harmoniosa. De acordo com o paisagista, as espécies implantadas no local são, em sua maioria, nativas, e foram pensadas de forma a manter o lugar sempre florido, independentemente da época do ano.

    Elisa Bracher
    A escultora, gravadora e desenhista paulistana desenvolve, desde o início dos anos 1990, trabalhos que transitam por diferentes técnicas e linguagens. Interessada em testar os limites e as tensões entre os materiais com os quais trabalha, em poucos anos a artista conferiu dimensão monumental às suas esculturas. Apesar da escala grandiosa desses trabalhos, Elisa Bracher consegue manifestar a delicadeza no equilíbrio, tanto em seus desenhos em papel de arroz como nas grandes instalações. A artista também é idealizadora do Instituto Acaia, organização social sem fins lucrativos que oferece atividades a crianças, adolescentes e seus familiares de regiões vulneráveis de São Paulo.

    Próximos projetos artísticos
    A inauguração destas novas obras externas complementa a programação estratégica da Diretoria Artística do Inhotim para os próximos anos. Ao longo deste período, serão instaladas permanentemente no Inhotim uma escultura do artista americano Robert Irwin e duas obras da japonesa Yayoi Kusama. Novas exposições temporárias também estão programadas paras as Galerias Fonte, Lago, Mata e Praça, reforçando a proposta de disponibilizar aos visitantes do Instituto obras de arte do acervo ainda desconhecidas de grande parte do público, além de apresentar artistas de diferentes regiões do mundo, de diversas gerações e escolas, ampliando as possibilidades de leitura das obras de arte do Inhotim.

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    11 de abril de 2017

    Redação Inhotim


    artebrumadinhodia do trabalhadordia do trabalhoferiadogastronomiainhotimminas geraissemana santatiradentesturismoviagem

    Leitura: 4 min

    9 dicas para aproveitar os feriados no Inhotim

    9 dicas para aproveitar os feriados  no Inhotim

    Um feriado é sempre um bom motivo para visitar o Inhotim. Com mais tempo livre, você pode optar por ir mais dias ao Instituto e conhecer o 140 hectares com calma, aproveitando para descansar.  Durante os recessos, o Inhotim normalmente está aberto das 9h30 às 17h30. Preparamos uma lista com algumas dicas que vão te ajudar a planejar e aproveitar sua viagem:

    1- Compre seu ingresso online. Essa é uma boa forma de não perder tempo na fila. Se você for visitar o Inhotim por mais de um dia, vale a pena dar uma olhada nas opções de passaporte, com preços promocionais.

    2- Escolha o melhor transporte. O acesso ao Inhotim pode ser feito de carro ou de van e ônibus para quem está em Belo Horizonte. As vans saem do Hotel Holiday Inn (R. Professor Moraes 600, Bairro Funcionários), em todos os dias do feriado, com saída às 8h15 e retorno às 17h30. O valor da van é de R$ 66, incluindo ida e volta. Já os ônibus partem da rodoviária de Belo Horizonte (Praça Rio Branco, 100, Centro – plataforma F2), com saída também às 8h15. O preço é de R$ 36,05 a ida e R$ 32,50 a volta.

    3- Use roupas e calçados confortáveis. São 140 hectares de visitação para serem explorados, 23 galerias e 7 jardins temáticos. Não se esqueça também do protetor solar e da garrafinha de água para se hidratar sempre.

    4- Conheça nossas visitas gratuitas. O Inhotim oferece, durante todos os feriados do ano, dois passeios mediados que são uma chance de conhecer melhor os acervos botânico e artístico do Instituto. A Visita Temática acontece às 10h30 tendo cada mês um tema diferente. Já a Visita Panorâmica sai em dois momentos, às 11h e às 14h, dando ao visitante uma visão geral do Parque.

    5- Vá à Estação Educativa para Visitantes. Localizada no Centro de Educação e Cultura Burle Marx, na rota rosa do mapa, o local é um ponto de encontro entre visitantes e educadores, onde você pode pedir auxílio para montar o seu roteiro e ainda se informar sobre a programação do Instituto.

    6- Confira a programação mensal. No site do Inhotim, você pode conferir, de acordo com o dia da sua visita, se quer participar de alguma atividade.

    7- Baixe o Aplicativo Inhotim. Ele está disponível para Android e iOS. A ferramenta amplia as possibilidades do visitante, seja ajudando a entender melhor os acervos, seja facilitando a localização ou informando sobre as atividades oferecidas no Parque.

    8- Garanta suas lembrancinhas. Os acervos do Inhotim inspiram as coleções da nossa loja, que tem produtos desenvolvidos para crianças e adultos. Tudo para que você possa levar pra casa o gostinho do Inhotim e instigar os seus amigos a vivenciarem a visita ao Parque.

    9- Capriche nas fotos. O Inhotim é um lugar inspirador e os bons momentos merecem ser registrados. Compartilhe essas memórias com a gente usando #SintaInhotim. Aliás, já segue o nosso Instagram?

    Boa visita!

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    23 de março de 2017

    Redação Inhotim


    inhotimmeio ambienteprogramação cultural

    Leitura: 4 min

    As plantas que vivem nas águas do Inhotim

    As plantas que vivem nas águas do Inhotim

    As macrófitas, popularmente conhecidas como plantas aquáticas, têm importantes propriedades no funcionamento do ecossistema. Aqui no Inhotim, elas podem ser vistas principalmente no Jardim Veredas e na Estufa Equatorial. Uma importante característica das macrófitas é a ligação que elas estabelecem entre o sistema aquático e os ambientes terrestres que as cercam. Além de serem fonte de alimento para muitos peixes, elas fazem parte da alimentação de mamíferos que gostam de ficar em ambientes úmidos, como as capivaras. Essas plantas são abrigo para pequenos animais que vivem na água. Conheça um pouco mais sobre a alface-d’água, a aguapé e a orelha-de-onça, plantas que crescem nas águas do Inhotim:

    – A alface-d’água (Pistia stratiotes) é uma espécie encontrada em rios e lagoas ricas em matéria orgânica. Ela vegeta em todo tipo de água doce, seja pura, barrenta, poluída ou parada. Essa espécie ocorre nos biomas de Floresta Amazônica, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. Outra propriedade da Pistia é seu uso como removedor de óleos e graxas de tecidos. Para usá-la dessa forma, é preciso deixar a planta alguns dias dentro de um balde com água, para liberarem o princípio acre, e depois esfregá-las no tecido. As raízes, após cozidas, também constituem uma boa forragem para porcos. Aqui no Inhotim, elas compõem a bonita paisagem do Jardim Veredas.

    A alface- d´água pode ser vista no Jardim Veredas. Foto: William Gomes.

    A alface- d´água pode ser vista no Jardim Veredas. Foto: William Gomes.

    – A aguapé (Eichhornea azurea) é uma planta aquática fixa nativa e com ampla distribuição em território brasileiro. É comum vê-la formando um tapete verde no espelho d’água dos lugares onde habita, proporcionando a proliferação de uma grande quantidade de invertebrados. Uma de suas principais vantagens é agir como um filtro natural, já que é capaz de incorporar em seus tecidos uma grande quantidade de nutrientes que atuam sobre as moléculas tóxicas de águas poluídas, conseguindo absorver até mesmo metais pesados, como mercúrio, cádmio e níquel. Aqui no Inhotim, elas são cultivadas na Estufa Equatorial e no Jardim Veredas.

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    A aguapé é cultivada também na Estufa Equatorial do Inhotim. Foto: William Gomes.

    – A orelha-de-onça (Salvinia auriculata) é uma planta aquática flutuante livre muito utilizada para a purificação e oxigenação da água. Além disso, contribui como lugar de desova, abrigo e hábitat para organismos aquáticos e como alimento de capivara, insetos, caramujos, aves e peixes. Onde há essa plantinha, há boa qualidade de água. Você pode ver de perto a orelha-de-onça no pequeno lago do Jardim Veredas e no cultivo da Estufa Equatorial do Inhotim.

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    A orelha-de-onça é uma planta muito usada na purificação de águas poluídas. Foto: Willy Silva

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