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  • 14 de abril de 2014

    Equipe de mediadores

    Realiza visitas e atividades que convidam a refletir sobre os acervos do Inhotim


    botânicaeducaçãovisita

    Leitura: 3 min

    Jardim de Todos os Sentidos

    Jardim de Todos os Sentidos

    Visão, audição, paladar, tato e olfato. São com esses cinco sentidos que nos relacionamos com o mundo e experimentamos o que há ao nosso redor. Pensando em uma forma de explorar essas capacidades, o Inhotim criou o Jardim de Todos os Sentidos. Localizado no Viveiro Educador, é um espaço de construção do conhecimento por meio da prática e da troca de informações entre o visitante e a equipe de educação ambiental do Instituto.

    O projeto contempla três canteiros em forma de mandala, dedicados, cada um, a plantas aromáticas, medicinais e de efeitos tóxicos. Nesse espaço, o visitante é convidado a interagir com as espécies e tocá-las, observar suas peculiaridades e até prová-las.

    Entre as mais curiosas estão a stévia (Stevia rebaudiana), da qual é feita um tipo de adoçante natural, e a camomila branca (Matricaria recutita), que tem propriedades calmantes e anestésicas. Durante as visitas mediadas, estimulamos o público a provar suas folhas, capazes de causar dormência na língua.

    Quem visita o jardim também descobre diferentes utilidades dos exemplares em exposição e pode relacioná-las a práticas que vêm sendo perdidas com o passar do tempo, como o cultivo de espécies medicinais ou a produção de hortas no quintal das casas. É, ainda, uma oportunidade de valorizar os ensinamentos e tradições passados por nossos avós.

    Inaugurado em junho de 2011, na Semana do Meio Ambiente, o espaço vem se tornando cada vez mais importante para popularização da ciência. As atividades e ações educativas lá desenvolvidas tem papel fundamental para a sensibilização ambiental e a conservação da biodiversidade.

    O Jardim de Todos os Sentidos foi realizado por meio de uma parceria entre a equipe de educação ambiental, o programa Amigos do Inhotim e instituições especializadas em pessoas com deficiência visual.

    Texto de Diego Pimenta, mediador ambiental do Inhotim

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    01 de abril de 2014

    Redação Inhotim


    artebotânicabrumadinhoeducaçãohistória

    Leitura: 2 min

    Utopia realizada

    Utopia realizada

    “Criado de maneira intuitiva, o Inhotim não foi preconcebido e não houve um planejamento sistemático. Com o passar do tempo, fui percebendo que tudo que estava sendo formado transcendia a posse individual. Havia um valor como conjunto de acervo botânico e de arte que deveria se tornar um patrimônio acessível a todas as pessoas.

    Inhotim tem ganhado contornos reais de um novo modelo de vida, daquilo que vislumbramos como a vida pós-contemporânea. O contato com a cultura, com a natureza, com as manifestações artísticas e com a beleza desperta a curiosidade das pessoas e, assim, elas se sentem estimuladas a aprender cada vez mais e a ser melhores no presente e no futuro. Inhotim é um paradigma no mundo, não existe nada igual.

    Mas se isso tudo pode parecer utopia, eu escutei do crítico de arte Hans Ulrich Obrist quando esteve no parque: ‘Isto aqui é a utopia realizada’.”

    Quer conhecer um pouco mais sobre a filosofia do idealizador do Inhotim? Então assista à palestra que Bernardo Paz fez na  Oasis Summit, em Los Angeles/EUA.

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    23 de março de 2014

    Redação Inhotim


    botânicahistória

    Leitura: 3 min

    A macaúba e seus frutos

    A macaúba e seus frutos

    O Inhotim é conhecido por reunir uma das maiores coleções de palmeiras do mundo, atualmente com mais de 700 espécies, vindas de diferentes lugares. Entre elas, a palmeira macaúba (Acrocomia aculeata), nativa do Brasil, possui uma interessante história dentro do parque. Em 2012, cerca de 80 exemplares foram incorporados ao jardim botânico por meio de uma grande ação de resgate, realizada em uma área de mineração próxima ao Instituto. Os exemplares foram salvos do corte, ainda que ambientalmente autorizado, e incorporados ao projeto paisagístico do Instituto.

    Também conhecida como bocaiúva e coco-de-espinho, a palmeira macaúba é encontrada em quase todo o território nacional e dela pode-se aproveitar praticamente tudo. De seus frutos é extraída a polpa, com a qual se produz farinha. Rica em vitamina A e betacaroteno, ela pode ser usada em sucos, sorvetes, bolos, pães e doces. As folhas servem para a confecção de redes e linhas de pescaria. Já a madeira é utilizada em casas e outras construções e com o óleo da amêndoa – a semente da macaúba – são produzidos sabão, sabonete, margarina e cosméticos.

    A imponente da palmeira macaúba. Foto: Rossana Magri

    A imponente palmeira macaúba. Foto: Rossana Magri

    Atualmente o Brasil desenvolve pesquisas com a macaúba com foco na produção de biodiesel, combustível feito a partir de óleos vegetais. Percebendo o grande potencial dessa espécie, cientistas têm se mostrado cada vez mais entusiasmados com os resultados obtidos. No Inhotim, ainda em 2014 serão iniciados estudos sobre a propagação dessa palmeira, já que a quebra de dormência da semente fora de seu ambiente natural é difícil e pouco conhecida.

    Quer conhecer um pouco mais sobre o Jardim Botânico Inhotim e a palmeira macaúba? Então clique aqui e assista ao vídeo.

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    18 de março de 2014

    Redação Inhotim


    botânicainauguraçãovisita

    Leitura: 3 min

    Novo Vandário no Inhotim

    Novo Vandário no Inhotim

    No próximo sábado, 22 de março, o Jardim Botânico Inhotim inaugura mais um espaço temático. O novo Vandário irá reunir cerca de 350 orquídeas do grupo das vandáceas, originárias do Sudeste Asiático e da Austrália, e será o único do Brasil aberto ao público. O evento será a oportunidade ideal para ver cerca de 50% dessas plantas floridas ao mesmo tempo.

    A criação de um ambiente dedicado a essas orquídeas tão raras faz parte de um projeto de conservação do Instituto que pretende colaborar com a manutenção dessas espécies em situação vulnerável. Quem for conhecer o Vandário no dia da abertura terá a chance de conversar com a especialista em orquídeas Delfina de Araújo e descobrir curiosidades sobre essas plantas. O Blog do Inhotim bateu um papo com a estudiosa, que deu algumas dicas de cultivo dessa espécie. Confira!

    – A floração das vandáceas dura, em média 40 dias. Uma boa dica para estender esse período, é manter a planta longe de lâmpadas. O calor que elas emitem causa ressecamento e murcha as flores;

    – Sol e calor excessivos também são prejudiciais pois provocam a perda de água da planta. Por isso, mantenha as flores em local fresco;

    – As vandáceas devem ser regadas todos os dias, sempre na parte da manhã. Use, de preferência, um borrifador e molhe-as até que as raízes fiquem verdes e percam o aspecto perolado;

    – Após a perda das flores, regue a planta diariamente e aplique adubos específicos para essa espécie. Elas devem ser mantidas em um lugar iluminado, mas longe do sol direto.

    Para saber mais sobre o novo Vandário, clique aqui.

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    11 de março de 2014

    Redação Inhotim


    artebotânicaeducaçãoinhotim escolamúsicaprogramação cultural

    Leitura: 4 min

    Novidades no Inhotim Escola 2014

    Novidades no Inhotim Escola 2014

    O segundo ano do Inhotim Escola promete movimentar a agenda de Belo Horizonte. Exposições de arte, mostras de filmes, palestras, cursos, saraus, oficinas e uma novidade: em 2014 a temática sobre o meio ambiente entra em cena com o Consumo Consciente na Praça. O projeto, que já começa em abril, vai promover a discussão sobre os hábitos de consumo da sociedade atual para construir um estilo de vida mais sustentável.

    Entre as ações previstas para o ano está o Dia do Carbono Zero, que pretende promover a redução da emissão de gases efeito estufa. Além disso, os amantes das duas rodas vão poder participar do Pedal Verde, um circuito de bicicleta pela região centro sul de Belo Horizonte para colocar em pauta a questão da mobilidade urbana na capital mineira.

    O Sarau realizado pelo Inhotim Escola em 2013 reuniu diversas pessoas na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte.

    O Sarau realizado pelo Inhotim Escola em 2013 reuniu diversas pessoas na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Foto: Ricardo Mallaco

    Já no universo das artes, também em abril o público tem a oportunidade de conversar com o curador do Inhotim Jochen Volz sobre a relação entre arte e arquitetura na construção de pavilhões de arte. Jochen já organizou diversas exposições pelo Brasil e o mundo, incluindo a mostra internacional da 53a Bienal de Veneza. Desde 2012, ele também é curador-chefe da Serpentine Gallery, em Londres. Entre outras atividades, a programação do Inhotim Escola inclui o seminário Visão Yanomami, que tem como tema o trabalho da fotógrafa Claudia Andujar. Suíça radicada no Brasil desde a década de 1950, além de registrar a vida do povo Yanomami, Andujar se tornou uma grande ativista da causa indígena no País.

    Os antigos prédios que fazem parte do Circuito Cultural da Praça da Liberdade continuam abrigando parte das atividades. Mas, neste ano, o Inhotim Escola amplia suas ações para diferentes locais da capital mineira e outras cidades, deixando de ter uma sede fixa em Belo Horizonte. Até hoje, os eventos realizados pelo projeto já contaram com mais de dois mil participantes.

    Ficou interessado? Descubra mais sobre o Inhotim Escola aqui.

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