• EN
  • 30 de dezembro de 2013

    Redação Inhotim


    botânicadesignloja inhotim

    Leitura: 3 min

    Boas lembranças

    Boas lembranças

    Quem adora passear por lojinhas de museus não pode deixar de visitar dois espaços muito especiais do Inhotim, repletos de lembranças da visita no parque. Inaugurada em 2007, a loja design do Instituto tem um mix variado de produtos, entre livros, DVDs, peças decorativas, brinquedos sustentáveis, acessórios e a linha institucional do Inhotim, que acaba de sair do forno. Ainda não conhece? São livros de anotações, lápis, canecas, camisetas, ecobags, bolsas, entre outros, com preços para todos os bolsos. Para deixar os itens ainda mais charmosos, a marca do Inhotim foi transformada em uma estampa tipográfica, que aparece nas cores azul cobalto, vermelha, verde e preta.

    Já o espaço dedicado à botânica disponibiliza para venda espécies do acervo de plantas do Instituto, ferramentas para jardinagem, objetos de decoração, além de utensílios em cerâmica. O mais legal é que quem curte plantas pode levar para casa as variedades cultivadas dentro do parque já plantadas em vasos cerâmicos feitos pelas mãos de moradores de Brumadinho e região, que iniciaram nesse ofício por meio de um projeto do Instituto voltado à comunidade. Vale lembrar que a venda de produtos é uma das formas de sustentabilidade da instituição, já que é fonte de renda para que possa se manter e continuar recebendo visitantes de todo o mundo.

    Lojas do Inhotim vendem acessórios exclusivosLojas do Inhotim oferecem produtos que carregam o DNA do Instituto Foto: Ricardo Mallaco

    A perfeita sintonia entre a essência do parque e as lojas Inhotim lhes garantiu um lugar na lista do site Blouin Artinfo, que elegeu as mais bacanas do mundo no segmento.

    Para saber

    Lojas Inhotim – design e botânica

    Onde fica? Rua B, 20 – Brumadinho/MG

    Quando funciona? De terça a sexta-feira, de 09h30 às 16h30. Sábados, domingos e feriados, de 09h30 às 18h30

    Como pagar? Dinheiro, cheque e todos os cartões de crédito e débito

    Alguma dúvida? Ligue para (31) 3571-9848

    comente

    • Twitter
    • Facebook
    • Google +
    27 de dezembro de 2013

    Júlia Rebouças

    Curadora do Inhotim


    arteBabette Mangolteinauguração

    Leitura: 4 min

    Sobre olhar como ação

    Sobre olhar como ação

    Quando entrei na sala da galeria Mata onde está exposto um conjunto de obras de Babette Mangolte, chamou-me a atenção a imagem de um rosto masculino, num aparelho de televisão. Richard Serra, filmado sobre um fundo azul – um dos poucos elementos cromáticos da sala – parece fitar o espectador. Ele carrega expressão séria, quase imóvel, e observa quem o olha, observa a lente. No monitor ao seu lado, em preto e branco, está a imagem de Yvone Rainer, mais descontraída, com uma faixa na cabeça e brincando com uma fita adesiva sobre seus lábios. Mas o seu retrato também encara a câmera. Os dois aparelhos, posicionados no centro da sala, convertem-se para mim numa bonita metonímia sobre o processo de trabalho e de pesquisa da artista ali exibida monograficamente. Quando olha para o outro, Babette Mangolte nos revela a sua própria matéria subjetiva.

    Francesa radicada nos Estados Unidos, Babette acompanhou e registrou em filme, vídeo e fotografia a importante cena de dança, teatro e arte que floresceu sobretudo nos anos 1970 na cidade de Nova York. Os reflexos das experimentações realizadas naquele momento viriam a impactar definitivamente os rumos tomados pela arte. O arquivo generoso e plural que a artista construiu, mais do que simplesmente documentar um período histórico, propõe uma inflexão criativa e crítica que constitui a memória daquele tempo.

    Babette Mangolte - Touching III with collage III, 2013Babette registrou em filme, vídeo e fotografia a cena de dança, teatro e arte, sobretudo em Nova York nos anos 70 Foto: Rossana Magri

    Numa conversa durante a montagem, a artista comentou o impacto das primeiras exibições do filme Water Motor (1978). Nele, a coreógrafa Trisha Brown aparece dançando por sete minutos. Sem figurino, sem cenário, sem música, apenas o corpo em movimento, representado no compasso desacelerado da câmera lenta. Nas palavras da Babette, aquela era uma imagem de tamanha abstração, fora de qualquer suporte narrativo, que parecia impossível de ser contemplada nos idos anos 70.  Foi preciso que gêneros como o videoclipe se popularizassem nas décadas seguintes para que essas manifestações pudessem ser compreendidas numa escala maior. A forma de olhar era tão desafiante que se equivalia à radicalidade da própria dança. 

    * Júlia Rebouças é curadora no Inhotim desde 2007.

    comente

    • Twitter
    • Facebook
    • Google +
    23 de dezembro de 2013

    Redação Inhotim


    brumadinhomúsica

    Leitura: 2 min

    Entre as mais pedidas

    Entre as mais pedidas

    Na diversidade de ritmos que hoje fazem a cabeça da juventude, a música clássica vem conquistando lugar de destaque entre jovens de Brumadinho, Mário Campos e Bonfim. As melodias de Beethoven, Mozart e outros importantes compositores clássicos já disputam espaço nas playlists dessa garotada. São integrantes da Escola de Cordas Inhotim, que descobriram obras e sons até então desconhecidos.

    Depois de um ano e meio de aulas práticas e teóricas já dá para perceber em cada nota tocada nos violoncelos, violinos, violas e contrabaixos, a afinidade dos jovens músicos com seus instrumentos, que hoje são motivo de mudanças e sonhos.

    Morador da região do Tejuco, em Brumadinho, Tainã Jorge viu na Escola de Cordas a grande oportunidade de se tornar um músico. “Sempre tive muita vontade de aprender música, mas nunca tive oportunidade”. Hoje, Tainã concilia as atividades da orquestra com a profissão de técnico em enfermagem. “Vejo as pessoas se emocionarem com a música que eu apresento. Isso me faz muito feliz” comemora. 

    Tainã Jorge, aluno da Escola de CordasTainã Jorge viu na Escola de Cordas a oportunidade de se tornar um músico Foto: Rossana Magri

    comente

    • Twitter
    • Facebook
    • Google +
    20 de dezembro de 2013

    Redação Inhotim


    arteBabette Mangolteinauguração

    Leitura: 2 min

    Números em palavras

    2013 marca a maior troca de acervo artístico do Inhotim, que totaliza agora 170 obras em exibição. Em outros números, foram 86 novas obras de 18 artistas de 9 nacionalidades diferentes. Pela primeira vez, as galerias temporárias Mata, Praça, Lago e Fonte tiveram seus espaços renovados em um mesmo ano. Outra novidade foi a inauguração de exposições temáticas como “amor lugar comum”, de Luiz Zerbini, “Mineiriana”, de Juan Araujo e “Babette Mangolte”, da própria artista. A natureza morta foi outro tema que recebeu grande destaque, ocupando uma galeria inteira. Ao todo, 13 nomes, como Rivane Neuenschwander, Sara Ramo e Tacita Dean, exibem mais de 40 obras na Galeria Fonte.

    Ninguém melhor que os próprios curadores do Inhotim para traduzir esses números em palavras. Assista ao vídeo!

     

    comente

    • Twitter
    • Facebook
    • Google +
    17 de dezembro de 2013

    Redação Inhotim


    brumadinhocomunidadehistória

    Leitura: 2 min

    O lugar certo

    O lugar certo

    Brumadinho completa hoje 75 anos e se tornou uma das cidades brasileiras mais citadas na imprensa nacional e internacional. Para além de abrigar o Inhotim, o que lhe tem rendido a notoriedade dos grandes destinos turísticos do país, a cidade guarda um rico patrimônio cultural e natural.

    A população de cerca de 35 mil habitantes é formada por pessoas generosas e acolhedoras. As tradições religiosas e culturais das comunidades quilombolas da região são vivenciadas com o vigor de quem mantém no cotidiano o orgulho das raízes africanas. A vocação musical da cidade ganha vários ritmos nos instrumentos de suas bandas centenárias e nas vozes dos diversos corais que reúnem crianças, jovens e adultos.

    A natureza também foi bastante generosa com a cidade. Dois importantes biomas do mundo, a mata atlântica e o cerrado, se encontram no mar de montanhas do território de Brumadinho. Durante boa parte do ano, as brumas encobrem as montanhas e a cidade e os dias se iniciam com um ar leve e fresco.

    Logo, onde mais poderia estar o Inhotim? Em nenhum outro lugar do mundo. Por isso, nos orgulhamos de fazer parte dessa história.

    Homenagem do Instituto Inhotim pelos 75 anos de Brumadinho. 

    comente

    • Twitter
    • Facebook
    • Google +
    Página 46 de 48« Primeira...102030...4445464748