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  • 17 de setembro de 2014

    Redação Inhotim


    consumo conscientemeio ambienteprogramação cultural

    Leitura: 2 min

    Participe do Pedal Verde Inhotim

    Participe do Pedal Verde Inhotim

    Você já ouviu falar no Dia Mundial Sem Carro? É uma iniciativa que surgiu na França, em 22 de setembro de 1997, para estimular a reflexão sobre mobilidade urbana, qualidade de vida e poluição ambiental ao abrir mão das quatro rodas por 24 horas. Pegando carona nessa ideia que já ganhou o mundo, o Inhotim promove no próximo domingo, 21/09, o Pedal Verde – um passeio ciclístico em Belo Horizonte para toda a família.

    São 8 km de pedalada saindo da Praça JK, no Sion, rumo à Praça da Bandeira pela Avenida Bandeirantes. Às 07h40 começa o aquecimento dos participantes e a largada é dada às 8h. As inscrições podem ser feitas aqui e custam R$ 35, com direito a kit com camiseta, squeeze dobrável e eco bag de treino, a ser retirado na loja Inhotim Box.

    Para as crianças, o Inhotim preparou uma programação gratuita com brincadeiras como amarelinha, labirinto e corda, além de oficinas que ensinam a confeccionar brinquedos a partir de materiais recicláveis. Madeira, caixas de leite, garrafas PET e sacos de cimento vão ganhar novo destino e ainda ajudam os pequenos a entender o que é consumo consciente.

    Não deixe de participar dessa iniciativa! O Pedal Verde tem patrocínio da IBM.

    Serviço:

    Pedal Verde Inhotim

    Percurso: Praça JK – Av. Bandeirantes – Praça da Bandeira – Av. Bandeirantes – Praça JK

    Horário de largada: 8h

    Retirada de kit: Loja Inhotim Box (Rua Antônio de Albuquerque, 911), quinta e sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 14h

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    15 de setembro de 2014

    Redação Inhotim


    gastronomiatamboril

    Leitura: 2 min

    Restaurant Week no Inhotim

    Restaurant Week no Inhotim

    Em sua 9ª edição na capital mineira, o festival Restaurant Week chega pela primeira vez ao Restaurante Tamboril, no Inhotim. Com a proposta de oferecer o melhor da gastronomia a preços democráticos, o evento acontece de 15 a 28 de setembro, e propõe que os estabelecimentos participantes elaborem um menu especial com entrada, prato principal e sobremesa, ao preço fixo de R$ 37,90 para almoço e R$ 49,90 para jantar, juntamente com a doação de R$ 1 para o Hospital da Baleia, em Belo Horizonte.

    Com ambiente agradável e integrado aos jardins e ao acervo de arte contemporânea do Instituto, o Restaurante Tamboril vai oferecer durante o festival duas opções de entrada, prato principal e sobremesa para o almoço, além do tradicional buffet de saladas e pratos quentes. É possível fazer reserva gratuitamente por meio do site www.restaurantweek.com.br. Confira as opções de cardápio:

    Entrada

    Salada à Moda Tamboril (mix de folhas, frutas da estação e molho mostarda e mel)

    ou

    Salada Italiana (mix de folhas, tomate cereja, azeitonas, muçarela e pães)

    Prato principal

    Cordeiro com farofa de alecrim e peras ao molho de maracujá

    ou

    Linguado com risoto de rúcula, tomate seco e brócolis

     

    Sobremesa

    Tarte Tatin de banana

    ou

    Pavê de abacaxi

    Serviço:

    Restaurante Tamboril

    Instituto Inhotim – Rua B, 20 – Brumadinho/MG

    Funcionamento: de terça a sexta-feira, das 12h às 16h. Sábado, domingo e feriado, das 12h às 17h

    Cartões: Visa, Mastercard e American Express

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    11 de setembro de 2014

    Redação Inhotim


    artemúsicaprogramação cultural

    Leitura: 5 min

    Lenine + Sinfônica no Inhotim

    Lenine + Sinfônica no Inhotim

    Com mais de 30 anos de carreira, Lenine não tem medo de arriscar. Em seus trabalhos, o cantor combina sonoridades, descobre referências, promove intercâmbios. No próximo sábado, 13/09, essa mistura toma conta do Inhotim. O artista sobe o palco do Inhotim em Cena ao lado da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais para apresentar outra versão de seu repertório. Em uma gostosa conversa com o Blog do Inhotim, Lenine falou da ansiedade para esse show inédito e contou que pretende lançar um novo CD no próximo ano, quem sabe até com referências da visita ao Instituto. Confira!

    Blog do Inhotim – É a primeira vez que você se apresenta com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e no Inhotim. Como está sua expectativa?
    Lenine – Já tive experiências com outras orquestras, como a Orchestre National d’Île-de-France, a Orquestra de Rouen, a Camerata Florianópolis, a Orquestra Jovem das Gerais… Estou muito feliz em tocar agora com eles e adaptar meu repertório para a palheta de sons da Sinfônica. Além disso, fico muito feliz por essa reunião acontecer no Inhotim. Nunca estive ai, mas já vi muitas matérias, ouvi diversas coisas boas de amigos que já foram e tenho uma expectativa muito grande. Vai ser um encontro carregado de emoção, espero retribuir a altura do cenário.

    BI – Alguns de seus trabalhos, como Chão, têm sonoridades diversas, palmas, pássaros… Como foi fazer essa transposição para o instrumental?
    L – Como já fiz outros projetos com orquestras, naturalmente, ao longo do tempo, fui experimentando meu repertório nesse ambiente e, assim, pincei essas canções que vamos tocar. A grande questão é que no Inhotim não é só música, ou arte visual, ou botânica, é toda essa atmosfera criativa e vai ser muito especial fazer minha música nesse ambiente.

    BI – Você pode contar um pouquinho sobre o repertório escolhido?
    L – Sabe como é, as canções são como filhos, os mais novos acabam sempre ganhando mais atenção. É o caso com o repertório de Chão, meu último CD. Mas nesse espetáculo, no Inhotim, também vou tocar minhas canções mais conhecidas. “Hoje eu quero sair só”, “Paciência” e “Jack Soul Brasileiro” estão garantidas!

    BI – Por falar no Chão, ele é seu ultimo álbum, lançado em 2011. Você pretende lançar algo novo por agora?
    L – Gosto dessa diversidade de formações que faço: com banda, sinfônica, câmara… São formas diferentes de apresentar o disco. Mas descobri, ao longo da vida, que o tempo de vida útil de um trabalho é de 2 anos e meio, 3 anos. Até o fim de 2014 tenho shows desse CD, mas já estou mergulhado em fazer um novo projeto. É assim: você mira em uma coisa e acerta outra, por isso, não sei dizer ainda como vai ser, mas quero lançar um disco novo no próximo ano.

    BI – E no Inhotim, o que você pretende ver? A gente sabe que você é apaixonado por orquídeas e temos uma grande coleção delas…
    Sou um orquidólatra (risos)! Quero ver o Vandário sim, e pretendo respirar um pouco desse espaço tão especial como um todo. E tenho essa coisa, gosto de arte e gosto desse diálogo entre as artes. Mesmo não sabendo em que dosagem, essas experiências me influenciam. Posso dizer que meu “anzol de captura” para compor é basicamente visual.

    BI – Então pode surgir algo dessa visita?
    L – Sempre surge. O material que você usa para criar vem da sua experiência, do que você vivencia. Talvez não fique tão explicito para o público, mas, quem concebe, sabe. Por isso, no Inhotim, quero estar atento a tudo!

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    10 de setembro de 2014

    Redação Inhotim


    arteexposiçãoinauguração

    Leitura: 3 min

    A cidade adormecida

    A cidade adormecida

    O escultor modernista Ji?í Lang provavelmente não poderia imaginar que, quase dez anos depois de sua morte, as obras que criou na República Tcheca durante o regime soviético seriam exibidas no Brasil. Apesar de seu trabalho ter sido considerado promissor na época, a uniformidade e o controle impostos pelo governo fizeram com que as esculturas permanecessem adormecidas no ateliê, em Praga.

    Em 2011, seu filho, Dominik Lang, ressignificou as esculturas criando a instalação The Sleeping City [A cidade adormecida].  Dominik organizou no espaço as peças esquecidas do pai, fracionando-as e cercando-as com barreiras físicas como armários, mesas e outros objetos. A obra, que esteve na 54ª Bienal de Veneza e agora entra em exposição no Inhotim, sugere um questionamento sobre a visibilidade e o destino da arte.

    dominik-lang-inauguracao-2014-2

    Dominik Lang cresceu vendo as esculturas do pai adormecerem no ateliê.

    O interesse na lógica da produção artística e na modificação do espaço já acompanhavam o jovem artista nas suas primeiras criações. Dominik Lang frequentemente se coloca entre o papel do autor e do arquiteto, fazendo intervenções efêmeras que alteram a forma como percebemos os objetos e lugares. Ao escolher como matéria-prima o trabalho do pai, Dominik cria um encontro improvável entre as duas gerações.

    Da próxima vez que visitar o Inhotim, não deixe de passar pela Galeria Lago para ver o trabalho de perto.

    dominik-lang-sleeping-city

    O artista participou da montagem da instalação junto com o curador Rodrigo Moura na Galeria Lago, no Inhotim. Foto: Daniela Paoliello.

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    03 de setembro de 2014

    Equipe de mediadores

    Realiza visitas e atividades que convidam a refletir sobre os acervos do Inhotim


    arteexposiçãotecnologia

    Leitura: 3 min

    Fábrica de nuvens

    Fábrica de nuvens

    Memórias, motor, água e sabão. Foi assim que o artista filipino David Medalla criou o conjunto de obras Bubble Machines. Uma delas, Cloud-Gates (1965/2013), passa a fazer parte do acervo do Inhotim e entra em exposição no parque amanhã, 4 de setembro.

    Medalla mudou-se para Londres na década de 60 e fundou a Galeria Sinais, especializada em arte cinética. Como importante nome da arte experimental, foi ele quem introduziu artistas brasileiros como Lygia Cark, Hélio Oiticica, Mira Schendel e Sérgio de Camargo ao público europeu. Seu trabalho conquistou o artista Marcel Duchamp, que lhe prestou uma homenagem em forma de escultura, intitulada Medallic Sculpture.

    Em 1964, o artista criou a obra Máquina de Areia, uma produção engenhosa na qual um motor impulsiona um bambu para produzir desenhos e formas aleatórias em uma caixa de areia. Pouco tempo depois, Medalla começou a demonstrar o seu interesse por questões políticas e sociais por meio da arte participativa. Na obra Sticht in Time (1967), o artista convida o público a costurar livremente palavras e frases sobre um pano. Assim, a atuação do público torna o processo de criação infinito e dialoga com experiências que ultrapassam as vivências do próprio de Madalla.

    Também conhecido por suas performances, seja contando histórias, lembrando contos ou descrevendo cenas surpreendentes, Medalla realiza no Inhotim uma performance inédita em 4 de setembro, data da inauguração de novas obras, entre elas Cloud-Gates.

    Medalla nomeia seu trabalho como atômico, buscando atingir dimensões que extrapolam os limites da obra, agregando valores e experiências a serem vividas e compartilhadas pelo público.

    O convite o artista já fez. Agora só falta você se programar para conferir tudo de perto! Clique aqui e adquira seu ingresso.

    Texto de Renan Ribeiro Zandomenico, mediador de Arte e Educação do Inhtim e mais novo admirador de David Medalla

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