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  • 25 de julho de 2019

    Redação Inhotim


    artebotânica

    Leitura: 7 min

    Loja Design Inhotim ganha versão online

    Loja Design Inhotim ganha versão online

    Expandir as fronteiras de Brumadinho, e de Minas, para o mundo. Essa é uma das missões do e-commerce da Loja Design Inhotim, que acaba de ser lançado. Agora, o público pode levar um pedacinho da “experiência Inhotim” para casa e presentear os amigos, mesmo a distância.
    A loja física do Inhotim, que fica em frente à recepção do Instituto, é quase uma parada obrigatória para os visitantes, que ficam encantados com o cuidado e a singularidade de cada peça. Com um conceito bem diferente das tradicionais lojas de souvenirs, a Loja Design Inhotim preza para que cada produto carregue em si a essência do Instituto.

    “Visitar o Instituto Inhotim é uma experiência multissensorial. Ao longo dos percursos, arte e botânica se fundem por meio de imagens, sons e aromas, despertando sensações e emoções. Queremos estender essas experiências para quem já visitou o Inhotim e tangibilizá-las para quem ainda não o conhece, despertando esse desejo por meio de produtos com o DNA do Instituto”, afirma Cristiana Paz, gestora da Loja Design Inhotim.

    A loja física e o e-commerce são uma autêntica vitrine do design brasileiro. Trata-se de uma seleção de criações exclusivas desenvolvidas pelo estúdio Hardy Design, ou por meio de parcerias com marcas e designers brasileiros. As coleções que levam a marca Inhotim são versáteis, estimulam a sensibilidade, ajudam a relembrar momentos inesquecíveis vividos no Museu e Jardim Botânico e proporcionam novas experiências.

    Assim como a brasilidade, a preservação ambiental é um valor para a Loja Design Inhotim. Está presente na escolha dos materiais, e na priorização de processos produtivos com impacto mínimo sobre o meio ambiente.

    Além disso, a loja busca parcerias com produtores e cooperativas locais, tornando o processo algo muito maior que um simples ato de compra e venda. “É também a chance de contribuir efetivamente para a valorização da arte e da cultura, uma vez que parte da arrecadação é destinada à sustentabilidade do Instituto Inhotim, incluindo manutenção de obras, conservação de jardins e galerias e novos projetos”, salienta Cristiana.

    Criações
    A Loja Inhotim é Brasil. É espaço para prestigiar todo o sistema de criação e produção a partir das experiências geradas no Inhotim. São itens de decoração, utilidades domésticas, vestuário e cuidados pessoais para quem gosta de arte contemporânea, de viajar, de interagir com a natureza, e não abre mão de exclusividade.

    Conheça as principais coleções:

    Linha Arquitetura
    Reconhecida nacional e internacionalmente pela vanguarda, beleza e integração com a natureza, a arquitetura do Inhotim é um de seus elementos mais característicos e premiados. São galerias que abrigam obras em exposição permanente ou temporária, além de obras expostas ao ar livre. A Linha Arquitetura Inhotim parte de um desenho esquemático de cada galeria e oferece produtos de uso diário, como cadernos, lápis, marcadores de página, camisetas, ecobags e ímãs de geladeira. O objetivo é expandir a experiência e ser um ponto de partida acessível para conversas sobre arte, botânica e arquitetura.

    Linha Botânica
    Tropicalidade, exclusividade, exuberância. A Linha Botânica homenageia algumas das espécies mais representativas dos jardins do Inhotim, como palmeiras, costelas-de-adão e helicônias. As estampas exclusivas inspiradas na exuberância natural das flores e folhas levam a delicadeza das paisagens naturais para o dia a dia. Em 2015, a linha foi premiada pelo International Design and Communication Awards (IDCA), reconhecimento internacional dedicado à comunicação e ao design para museus. No mesmo ano, a Linha foi destaque na Shortlist da 11ª Bienal de Design Gráfico.

    Linha Infantil
    A Linha Infantil apresenta a fauna e a flora presentes no Inhotim de um jeito divertido e pedagógico, incentivando os pequenos a aprenderem brincando. Na coleção Habitantes do Parque, as crianças descobrem quais são as principais espécies de peixes que vivem nos lagos de Inhotim, como o surubim, a carpa, o tambaqui e a traíra. Pata-de-elefante? Orelha-de-macaco? A coleção Que Planta é Essa? apresenta espécies típicas do Jardim Botânico, explicando de forma lúdica a origem de seus nomes populares. Bonés, camisetas e até tatuagens removíveis estão entre as criações.

    Linha Aromas
    Caminhar pelos jardins do Inhotim é um convite a experimentar novas sensações. A Linha Aromas leva um pouco do frescor da natureza para o dia a dia. É produzida artesanalmente, em parceria com o Estúdio Mandarina (São Paulo), e faz uso de matérias-primas sustentáveis e essências tipicamente brasileiras, com o capim-limão.

    Linha Institucional
    A marca Inhotim materializada, por meio de estampa tipográfica. Paleta fresca e vibrante que se funde às cores das obras e do ambiente. Itens criados para satisfazer o desejo de um consumidor que quer muito mais do que um souvenir para levar para a casa. Roupas, ecobags, bolsas em lona e papelaria estão entre os destaques.

    Linha Trópicos
    Nossa coleção de peças em porcelana tem estampas exclusivas inspiradas na tropicalidade, na exuberância das formas e nas cores vibrantes dos jardins do Inhotim. São produtos delicados, pensados para a sua casa, como canecas, xícaras, pratos, bowls e tigelas, fabricados pela Germer Porcelanas, empresa que utiliza matérias-primas de alta qualidade.

    Linha Ipanema para Inhotim
    Totalmente recicláveis, as sandálias Ipanema ganharam duas estampas originais desenvolvidas pelo estúdio Hardy Design, que expressam a exuberância botânica do Parque. A edição exclusiva do modelo de sandália Errejota, assinada por Oskar Metsavaht, é inspirada nas múltiplas relações entre arte e natureza que o Inhotim proporciona, por meio de duas espécies icônicas do Jardim Botânico: a palmeira-azul e o inhame-roxo.

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    03 de julho de 2019

    Redação Inhotim


    artebrumadinhocomunidadeeducaçãoprogramação cultural

    Leitura: 4 min

    Instrumento, voz e educação: conheça a Escola de Música Inhotim

    Instrumento, voz e educação: conheça a Escola de Música Inhotim

    A música sempre esteve presente no Inhotim, seja nas obras de arte ou nos shows e festivais que acontecem por aqui. Mas é nos nossos projetos educativos que ela acontece, desde 2007, de forma contínua e multiplicadora, fazendo desse formato artístico um importante instrumento de transformação social. A Escola de Música Inhotim abrange três projetos que proporcionam uma formação musical gratuita a moradores da região de Brumadinho. São eles: Escola de Cordas, Experimentos Musicais e Vozes e Canto. No total, as turmas contam com 135 alunos. Viemos te contar um pouco mais sobre eles.

    Na Escola de Cordas, 80 jovens de 10 a 18 anos de idade aprendem instrumentos sinfônicos como violino, violoncelo, viola e contrabaixo acústico. Os participantes são prioritariamente estudantes da rede pública de ensino e residentes de Brumadinho e municípios ao redor.

    Durante os encontros, que acontecem de terça a sexta, os jovens participam de formações práticas e teóricas, além do estudo autônomo, que acontece uma vez por semana. Os instrumentos oferecidos durante as aulas também são disponibilizados para que os jovens levem para casa, tendo a chance de exercitar a leitura de partitura e a prática instrumental em seus ambientes familiares.

    “Incentivamos, sempre, o envolvimento de toda a família nessa formação. Não só convidando pais e mães a estarem por perto, nas apresentações, formaturas e eventos especiais, mas também informando sobre tudo que acontece por aqui, mostrando a importância desse projeto na vida dessas pessoas”, explica Ângela Campos, supervisora da Escola de Música. O resultado do trabalho realizado há tantos anos é visto nas recompensas diversas. “Já colecionamos momentos memoráveis, como o dia em que o grupo se apresentou no palco do Magic Square pela primeira vez, ou como o ano em que três dos nossos jovens foram aprovados na universidade pública para cursar música”, relembra.

    O sucesso da formação de alunos jovens acabou criando outra demanda vinda da própria comunidade de Brumadinho: as aulas destinadas às crianças. Dessa forma, surgiu a turma dos Experimentos Musicais, com dinâmica de aulas que acontecem uma vez por semana – nas terças-feiras -, voltadas para o público infantil – de 8 a 10 anos. Por lá, o grupo tem os primeiros contatos com a música e atividades de iniciação musical. Os encontros buscam trabalhar conteúdos teóricos, iniciação da leitura de partitura, mas, principalmente, percepção sonora. Para isso, diferentes instrumentos são utilizados, como tambor, flauta doce e pandeiro. “O canto também é um elemento forte nessas aulas, porque as crianças, ao terem contato com tantos instrumentos, naturalmente começam a cantar”, explica Ângela.

    Já as aulas de Vozes e Canto são realizadas aos sábados, com a participação de 35 alunos com mais de 18 anos. Alguns já têm experiência em canto em corais e agregam essa vivência ao repertório de músicas populares. A maior parte dos inscritos nessa turma é de pessoas da terceira idade. “O repertório dessas aulas é todo escolhido pelo próprio grupo, porque queremos resgatar a memória dessas pessoas”, conta Ângela.

    Frequentemente, as turmas da Escola de Música fazem apresentações e aulas abertas. Confira a nossa programação e participe: inhot.im/programacao.

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    28 de junho de 2019

    Redação Inhotim


    arteCulturaeducaçãoFórum Brasileiro pelos Direitos Culturais

    Leitura: 4 min

    Inhotim recebe Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais

    Inhotim recebe Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais

    Na última quarta-feira (27/6), o Inhotim recebeu os participantes do segundo dia do Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais (FDBC). Aberto ao público e com a presença de integrantes de diversas instituições, o evento discutiu nos últimos dois dias sobre o atual cenário cultural e propôs trocas de experiências entre as mais de 180 instituições que participam do Fórum. O encontro contou com falas inspiradoras de pessoas como Valter Hugo Mãe, Flavio Renegado e Macaé Evaristo; e também com explanações sobre temáticas atuais, que trouxeram propostas e exemplos de atuação a serem compartilhados com o público.

    A abertura, realizada na terça-feira na Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte, contou com a apresentação de vários casos de sucesso na área cultural. O primeiro dia foi uma oportunidade de dar voz a pessoas que estão à frente de instituições culturais públicas e privadas para evidenciar a forma como o setor atua e se organiza, valorizando a cultura como essência e constituição de uma nação. Também foi momento de debater o contexto político atual e os desafios para defender as leis de incentivo como importantes motores da cultura nacional.

    No dia seguinte, o diretor-presidente do Inhotim, Antonio Grassi, deu início às atividades do Fórum no Inhotim, abrindo caminhos para a fala inspiradora da educadora Macaé Evaristo. O segundo dia teve como foco o debate de alternativas possíveis para Brumadinho no contexto pós-rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão. Como o próprio FDBC registrou em forma de manifesto (leia na íntegra aqui), “o poder da cultura e da arte é fundamental para garantir a sustentabilidade da região, preservar o ecossistema e impulsionar o turismo brasileiro, na busca do desenvolvimento econômico e social, para combater de maneira real e definitiva a desigualdade no Brasil, que nos assola e se amplia”.

    Durante a tarde, os participantes do evento acompanharam uma visita mediada pelos acervos do Instituto, uma oportunidade de ver, na prática, as diversas formas de se abordar a cultura por meio da experiência.

    Sobre o Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais:
    Fundado em junho de 2016, é um movimento voluntário, suprapartidário, multissetorial e colaborativo, composto por 180 integrantes, entre instituições, empresas e gestores do setor cultural, distribuídos por todo o território nacional, que tem como objetivo fortalecer o segmento, refletir, articular, propor ações e políticas públicas, desenvolver caminhos de proteção à criação, à produção, à viabilização e proporcionar a democratização das artes e da cultura brasileira.

    O FBDC promove encontros, periodicamente, com o objetivo de conhecer diagnósticos e pensar propostas que otimizem a produção cultural e dialoguem com os vários setores interessados, tanto público como privado. A programação é sempre gratuita e aberta ao público, mediante a inscrição simples.

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    11 de junho de 2019

    Redação Inhotim


    arteinhotimvisita

    Leitura: 5 min

    Inhotim a dois: fizemos um roteiro romântico para o Dia dos Namorados

    Inhotim a dois: fizemos um roteiro romântico para o Dia dos Namorados

    A gente sabe que visitar o Inhotim ao lado de quem se gosta faz com que as memórias desse passeio sejam inesquecíveis. Por isso, para celebrar o Dia dos Namorados (12/6), fizemos um roteiro especial para quem vem visitar o Inhotim a dois. Lembramos que a data cai numa quarta-feira gratuita! 

    Para começar o dia adoçando e aquecendo o coração, nada melhor que passar no Café das Flores e dividir um bolo de chocolate com receita especial da Chef Daílde, acompanhado de um cafezinho. Quem já experimentou essa receita sabe que o pedaço é generoso!

    Bem próxima ao Café das Flores está a Galeria Praça (G3 no mapa), nela, a obra “Forty Part Motet” (2001), de Janet Cardiff, te convida a fechar os olhos e ouvir a composição Spem in Alium, de Thomas Tallis, feita em comemoração ao aniversário da Rainha Elizabeth I. A galeria é tomada por uma canção de 40 vozes, um espetáculo de tirar o fôlego.

    Uma pausa para registrar o passeio é importante. Para isso, indicamos um cenário digno de filmes românticos. A ponte que atravessa o Lago Ilha, ao lado da Galeria Praça, é o lugar perfeito para uma foto do casal. Deixe o frescor vindo do jardim, a imensidão do lago e a charmosa elevação presente na ponte inspirarem o momento.

    Sigam em direção às majestosas cicas ao fim da ponte, a simpatia presente na pacata arquitetura da Galeria Rivane Neuenschwander (G13 no mapa) vai fazer você querer entrar e conhecer o que ela abriga. A obra “Continente/Nuvem” (2008), de Neuenschwander pede um olhar atento às formas que ela exibe. É como olhar para o céu que fica ainda melhor se deitar no chão e se permitir à contemplação. E olhar para nuvens é melhor quando temos com quem compartilhar o que vemos, não é mesmo?

    Não muito longe da Galeria Rivane Neuenschwander, o Jardim Veredas (J5 no mapa), inspirado no romance “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, é ideal para um passeio a dois entre buritis, mulungus e outras plantas típicas do cerrado. Dá pra sentar nos majestosos bancos do designer Hugo França pra uma pausa. Eles parecem esculturas em meio ao jardim, além de serem aconchegantes e bem espaçosos.

    Quando a fome bater, uma ótima opção para um almoço especial é o Restaurante Tamboril. O cardápio é por conta da Cheff Daílde Marinho, que capricha em opções com e sem carne. Também há diversos vinhos, cervejas e sucos para quem quiser brindar o amor.

    Depois do almoço, vá até o Vandário, onde centenas de orquídeas do grupo das vandáceas estão dispostas em um cantinho aconchegante do Parque. Ali também é lugar de contemplar e admirar a natureza, suas cores e suas formas minuciosas.

    E que tal finalizar esse roteiro com uma obra de arte que também fala de amor? Vá até a Galeria Adriana Varejão e visite “Linda do Rosário” (2004), trabalho da artista que conta uma história inusitada entre um casal de velhinhos.

    Quando estiver indo embora, não se esqueça de passar na Loja do Inhotim! Lá existem várias opções de presentes para quem quer agradar as pessoas queridas!

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    06 de junho de 2019

    Redação Inhotim


    botânicabrumadinhocomunidadeeducaçãomeio ambiente

    Leitura: 7 min

    Saiba dez curiosidades sobre o Jardim Botânico Inhotim

    Saiba dez curiosidades sobre o Jardim Botânico Inhotim

    Você sabia que existe um Laboratório de Botânica no Inhotim? Sabe para que servem nossos sombrites, os epifitários e as estufas? Já ouviu falar sobre nossa área experimental de restauração de vegetação que tem histórico de degradação? Nessa Semana do Meio Ambiente, listamos algumas curiosidades sobre nosso Jardim Botânico para que você conheça mais esse lado tão importante do Instituto:

    1. As estufas são espécies de “berçários”, onde cuidamos de plantas fracas, germinamos sementes, propagamos plantas das espécies mais delicadas e guardamos as plantas matrizes das espécies mais raras. Em uma em especial, temos o clima equatorial da Amazônia e nela estão as plantas que adoram alta temperatura e muita umidade.

    2. Nos Sombrites simulamos ambientes sombreados para deixar as espécies que ficam embaixo das árvores se sentindo em casa.

    3. O epifitário: é uma estrutura que também simula o ambiente sombreado logo abaixo da copa das árvores. Esse espaço guarda plantas que o público em geral considera como parasitas, mas que na verdade apenas usam outras plantas como suporte, sendo chamadas de plantas epífitas. A irrigação é feita por nebulização e os principais grupos de plantas são das orquídeas, bromélias e cactos. Você sabia que existem muitos cactos que vivem em cima das árvores na Mata Atlântica? No epifitário temos vários cactos como esses!

    4. O Laboratório de Botânica possui equipamentos que são utilizados para propagar as mais variadas espécies e também para conhecer um pouquinho mais sobre elas através de trabalhos científicos. Entre eles, destaca-se uma câmara climática para crescimento de plantas, que é capaz de controlar o CO2, a umidade e a temperatura, e assim pode ser utilizada para observar as respostas das plantas às mudanças climáticas, ao analisar, por exemplo, seu crescimento e desenvolvimento em um ambiente enriquecido com CO2 e em temperaturas mais altas que as atuais. Ao obter essa resposta poderíamos então prever o que aconteceria com essas espécies nesses cenários e assim buscar soluções para a sua conservação.

    5. O JBI possui uma área experimental chamada Área de Protótipo , que restaura vegetação que tem histórico de degradação de sua condição original, como retirada e rebaixamento do solo; invasão de espécies vegetais exóticas, como a braquiária; solo compactado; acúmulo de água em locais isolados e impacto visual. Para restauração da área foram utilizadas sementes coletadas na RPPN Inhotim e mudas de espécies nativas produzidas no laboratório de botânica e Viveiro Inhotim. Foram utilizadas 103.400 sementes para semeadura direta, 1.860 mudas para plantio de mudas e Topsoil retirado da Mina Córrego do Feijão. De acordo com estudo de estimativa de remoção de CO2 realizado em 2016 a RPPN Inhotim estoca aproximadamente 67.704,683 tCO2-e, e a área teste em aproximadamente 20 anos terá capacidade de estocar 179,83 tCO2 -e.

    6. O Instituto Inhotim possui uma grande variedade de fauna silvestres que convivem em harmonia com as atividades da instituição. É comum, durante a visitação, encontrar caxinguelês (Sciurus aestuans), tucanos (Ramphastos toco albogularis), jacus (Penelope purpurasces), seriemas (Cariama cristata) e mais de 160 espécies de borboletas, entre outros animais da fauna silvestre local.

    7. O JBI atua na gestão de resíduos sólidos do Inhotim e destina materiais recicláveis oriundos de suas atividades para a ASCAVAP – Associação dos Catadores do Vale do Paraopeba. Além de materiais recicláveis, o óleo de cozinha utilizado nos pontos de alimentação é doado para o projeto “Reciclando Sonhos Transformando óleo de cozinha usado em sabão” através da parceria firmada entre o Instituto Inhotim e a ASCAVAP.

    8. A RPPN Inhotim (Reserva Particular do Patrimônio Natural) com seus 250 hectares possui uma grande diversidade de espécies vegetais nativas da Mata Atlântica e do Cerrado. São cerca de 411 espécies, distribuídas entre árvores, arbustos, herbáceas e lianas. Dentre tais espécies destacam-se: Guatteria sellowiana, Diospyros inconstans, Dalbergia nigra e Melanoxylon braúna. Tais espécies merecem destaque em virtude de sua distribuição geográfica restrita e/ou status de ameaça de extinção.

    9. O Instituto Inhotim trata, a partir de sua Estação de Tratamento de Efluentes – ETE , aproximadamente 100% de todo esgoto gerado pelas atividades desenvolvidas na instituição. Através desta iniciativa, o Instituto Inhotim garante que os lançamentos de efluentes no Rio Paraopeba estejam dentro dos parâmetros exigidos pela legislação. Desta forma o Instituto Inhotim não prejudica a vida aquática e contribui para a manutenção do meio ambiente saudável e equilibrado.

    10. O Jardim Botânico Inhotim possui um impressionante acervo de aproximadamente 5.000 espécies, tipos e variedades de plantas. A construção e a manutenção desse acervo depende do trabalho de uma equipe de 86 profissionais: jardineiros, biólogo, engenheiro, analistas, encarregados e gestores.

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