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  • 27 de junho de 2014

    Luiz Othero

    Business designer e facilitador do Tropos Lab


    educaçãoinovaçãotecnologia

    Leitura: 4 min

    Modelos de negócios inovadores

    Modelos de negócios inovadores

    Durante a 10ª Semana do Meio Ambiente do Inhotim, tivemos a oportunidade de nos aventurar em um workshop de Business Model Generation, a partir do acervo de arte contemporânea e botânica do Instituto. O Business Model Generation é um livro que funciona como manual prático e eficaz para compreender, projetar, testar e implementar modelos de negócios.

    Escrito em colaboração entre 470 profissionais de 45 países diferentes, o livro resultou em uma metodologia simples e assertiva, que permite emergir o potencial criativo e intuitivo a partir de uma linguagem visual. Ao mesmo tempo, ele assegura uma estrutura lógica e racional, transformando a maneira de criar, representar e comunicar modelos de negócios. O workshop foi inspirado nessa publicação e os métodos nele propostos foram apresentados e testados pelos participantes.

    Em um mundo em constante transformação, precisamos de ferramentas que acompanhem a velocidade das mudanças que vivenciamos. O Business Model Generation conta com um quadro, chamado de Canvas, em que os nove elementos que compõem um modelo de negócio são projetados. Com o passar do tempo, as relações que influenciam seu negócio mudam, o cenário fica favorável ou desfavorável e, como nos dias atuais isso acontece em uma velocidade absurda, o Canvas permite que rapidamente uma reconfiguração de seu modelo seja estabelecida.

    O vídeo a seguir explica, de maneira simples, o Business Model Canvas:

    Ao trabalhar o tema dentro do Inhotim, fomos privilegiados com as reflexões que pudemos absorver dos acervos. A obra True Rouge (1997) foi a escolhida para ser observada no início do nosso workshop e, por isso, a que mais contribuiu com o nosso processo de inspiração. Os participantes visitaram a galeria em que está instalada, expandiram os limites de seu potencial criativo para se entregar a um processo intuitivo, colaborativo e multidisciplinar de geração de modelos de negócios. Em diversos momentos do workshop, reflexões provenientes da observação da obra ajudavam no aprendizado das novas ferramentas de geração de modelos de negócio e na expansão da capacidade de reflexão e criatividade dos participantes.

    Os resultados foram surpreendentes. O clima de confiança foi rapidamente estabelecido após observar e compartilhar reflexões da obra de arte e a criatividade e colaboração apareceram de forma natural ao longo de todo o tempo do workshop. Os participantes conseguiram absorver o conteúdo rapidamente e partiram para a prática. Durante o preenchimento do Canvas, as dúvidas apareciam e se resolviam dentro do próprio grupo, quase sem a intervenção do facilitador. O Business Model Generation powered by Inhotim foi testado e validado!

    Quer conhecer mais sobre o método Canvas? Então visite o site oficial do Business Model Generation, em que é possível fazer o download do modelo do quadro.

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    23 de junho de 2014

    Redação Inhotim


    gastronomiatamboril

    Leitura: 2 min

    Camarão no Linguado

    Camarão no Linguado

    Aprenda a fazer esse delicioso prato do Tamboril, um dos restaurantes do Inhotim que oferece variado cardápio de gastronomia internacional.

     

    Ingredientes

    2 kg de filé de Linguado

    1 kg de camarão Rosa

    2 colheres de manteiga

    1 alho-poró cortado em rodelas

    2 cebolas raladas

    Azeite extravirgem

    Limão e sal a gosto

    Modo de preparo

    Tempere o filé de peixe e os camarões com sal e limão e reserve. Esprema as cebolas já raladas em uma peneira para retirar toda água, que deve ser diluída na manteiga derretida. Passe o linguado nessa mistura. Em seguida, faça um medalhão com cada filé, recheando um a um com dois camarões.

    Em um refratário, coloque os medalhões e regue-os com o restante da mistura de água das cebolas e manteiga. Leve-o para assar ao forno médio por, aproximadamente, 30 minutos, coberto com papel alumínio. Após esse período, retire o papel e deixe corar por mais dez minutos, sem deixar o molho secar.

    Separadamente, refogue o alho-poró no azeite e jogue-o sobre os medalhões já assados. Sirva acompanhado de arroz com alho e salada de rúcula?.

    Rende 6 porções

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    17 de junho de 2014

    Fernando Hermógenes da Silva

    Professor da rede pública de ensino de São Joaquim de Bicas/MG


    artebrumadinhocomunidadeeducaçãoprojeto

    Leitura: 3 min

    Descentralizando o Acesso

    Descentralizando o Acesso

    O Descentralizando o Acesso é um projeto educativo do Instituto Inhotim realizado desde 2008, que oferece ao educador da rede pública de Brumadinho e região um contato abrangente com a arte. Por meio de encontros de formação, visitas com alunos e atividades dentro e fora do Inhotim, educadores e estudantes se tornam protagonistas na realização de práticas educativas em sala de aula.

    Meu primeiro contato com o projeto aconteceu em 2013, na Escola Municipal Altidório Amaral, em São Joaquim de Bicas, onde ainda trabalho. A partir daí, tenho sido atravessado por experiências múltiplas que alcançam meus alunos, suas casas, suas ruas e comunidades. O Descentralizando o Acesso é permeado pelo diálogo do Inhotim com seu entorno, criando territórios abertos a trocas e experimentações.

    Um dos grandes momentos do programa é a visita com os alunos, na qual, acompanhados de dois mediadores, podem vivenciar o acervo do Instituto e interagir com o mesmo de forma única. Quando participo dessas visitas com minha turma sempre se faz uma surpresa, um momento que se deseja eterno.

    Crianças com tinta 3

    Após visita ao Inhotim, alunos da Escola Municipal Altidório Amaral realizam atividade inspirada na obra do artista Yves Klein, famoso pelo tom de azul que leva seu nome. Foto: Daniela Paoliello

    As vivências da visita e seus desdobramentos na escola podem ser compartilhados por meio da Rede Educativa, plataforma virtual para a troca de experiências em arte-educação entre os participantes do projeto. Além de viabilizar um diálogo contínuo do Instituto com o educador, a escola e seu público, a Rede Educativa é um espaço acolhedor para quem trabalha com arte na escola e deseja ampliar nela seus horizontes.

    Descentralizar o acesso é oportunizar a descoberta da energia pessoal em cada um por si próprio. Abre-se espaço e, desse novo lugar, emergem novas possibilidades e olhares. Acompanhados pela equipe do projeto, por diversos meios, professores tornam-se propositores; seus alunos, colaboradores de uma educação que se faz no conjunto, na troca incessante. O Descentralizando o Acesso, eu vejo, é uma plataforma para a interação com a arte e, por meio dele, ela se espalha.

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    28 de maio de 2014

    Equipe de mediadores

    Realiza visitas e atividades que convidam a refletir sobre os acervos do Inhotim


    artebrumadinhoeducaçãomeio ambienteprogramação culturalvisita

    Leitura: 3 min

    Convite à mediação

    Convite à mediação

    A palavra mediação já foi objeto de um esforço enorme de definição e é empregada por diferentes setores da sociedade, de diversas formas. Pode estar relacionada à resolução de conflitos, à interpretação de obras de arte ou, ainda, ser usada para facilitar algum processo.

    Desde o início de suas atividades, o Educativo do Inhotim desenvolve estratégias que promovem discussões sobre os acervos do Instituto. Esse trabalho se dá por meio da mediação, uma prática que se apoia no diálogo, na autonomia, e, principalmente, na experiência do público.

    A mediação se revela um instrumento poderoso para a construção de conhecimento. Ela colabora para o reconhecimento do visitante e do mediador como participantes ativos nas principais discussões que permeiam a contemporaneidade. No Inhotim, ela tem o objetivo de criar um espaço seguro para dialogar, questionar e descobrir. São encontros que vão além da primeira impressão e buscam aquilo que nos provoca a pensar, a encontrar a fagulha que nos faz reagir.

    O que nos desperta o olhar crítico e nos impele a (re)construiur? Entendemos que a construção de conhecimento se dá por meio da exposição a novas imagens, a outros impasses. Essa alquimia tem como resultado um tensionamento poderoso dos nossos limites de pensamento, limites que buscamos expandir.

    Participar de uma visita mediada no Inhotim é se deslocar para um espaço desconhecido e fazer dele terreno fértil  para arriscar, falar sem medo, improvisar e perceber como nos sentimos nesse contexto.

    Sinta-se convidado a olhar de perto, a perguntar e a alcançar lugares, memórias e encontros que não estão no mapa!

    Texto de Lília Dantas, supervisora de Arte e Educação do Inhotim

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    26 de maio de 2014

    Fernanda Takai

    Cantora, compositora e cronista. Vocalista da banda mineira Patu Fu há 22 anos, também mantém carreira solo


    músicavisita

    Leitura: 2 min

    Inhotim por Fernanda Takai

    Inhotim por Fernanda Takai

    O nosso Inhotim

    Ah, deixa chamar de nosso, porque dá um orgulho danado ter um lugar como aquele tão ao nosso alcance…
    Perdi as contas de quantas vezes estive lá e tenho certeza de que não vi tudo.
    Sabe… Ali tudo se transforma mesmo!
    A paisagem conta com as bênçãos naturais das estações e das mãos verdes dos jardineiros.
    Os pavilhões e obras também. Cada pessoa que lança seu olhar ou apruma os ouvidos percebe uma história.
    A arte é viva e respira como a gente.
    Por isso há que se voltar sempre!
    Eu já me ofereci de motorista e guia várias vezes aos amigos.
    Passar um dia no Inhotim é remoçar. Faz bem.
    E as comidas? E os pássaros?
    Cada detalhe vai te encantar. É sempre mais do que você ouviu falar e poderia esperar.
    E se não ouviu nada a respeito, mas ama arte e natureza, precisa colocar na agenda!
    Vá e não tenha pressa. Fique por perto pelo menos uns dois dias.
    Quem sabe a gente se encontra por uma daquelas trilhas?

    Foto: Rossana Magri

    Foto: Rossana Magri

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