Dominique Gonzalez-Foerster
Estrasburgo, França, 1965; vive em Paris, França, e no Rio de Janeiro
Promenade, 2007
Em colaboração com Christophe van Huffel
Instalação sonora, 16 alto falantes, oito amplificadores e oito MPEG players
A experiência de caminhar na obra de arte é um tema há muito tempo presente na agenda dos artistas e em constante evolução. Desde a aproximação da pintura ao espaço urbano promovida pelo impressionismo, no final do século 19, até as obras da land art dos anos 1970, feitas diretamente na paisagem, a arte tem oferecido diversas maneiras de extrapolar a apreensão frontal, unilateral, passiva e ótica da obra. Promenade (2007) (em francês e em inglês, passeio) é uma obra de arte não material que propõe uma experiência de imersão e movimento para o espectador. Composta por várias caixas de som que emitem os ruídos de uma tempestade tropical, a obra revela-se no ato de caminhar pela sala de exposição, num passeio ao mesmo tempo cheio de sensações e radicalmente separado do exterior. A Gonzalez-Foerster, interessa noções como nomadismo cultural e tropicalização, encontradas nos elementos psicogeográficos do lugar. Em suas instalações, filmes e projetos multimídia, a artista trabalha com a percepção do espectador: "O que importa é o que pode acontecer e não o que estava programado. Para isso, já precisamos partir de uma renúncia".
Estrasburgo, França, 1965; vive em Paris, França, e no Rio de Janeiro
Promenade, 2007
Em colaboração com Christophe van Huffel
Instalação sonora, 16 alto falantes, oito amplificadores e oito MPEG players
A experiência de caminhar na obra de arte é um tema há muito tempo presente na agenda dos artistas e em constante evolução. Desde a aproximação da pintura ao espaço urbano promovida pelo impressionismo, no final do século 19, até as obras da land art dos anos 1970, feitas diretamente na paisagem, a arte tem oferecido diversas maneiras de extrapolar a apreensão frontal, unilateral, passiva e ótica da obra. Promenade (2007) (em francês e em inglês, passeio) é uma obra de arte não material que propõe uma experiência de imersão e movimento para o espectador. Composta por várias caixas de som que emitem os ruídos de uma tempestade tropical, a obra revela-se no ato de caminhar pela sala de exposição, num passeio ao mesmo tempo cheio de sensações e radicalmente separado do exterior. A Gonzalez-Foerster, interessa noções como nomadismo cultural e tropicalização, encontradas nos elementos psicogeográficos do lugar. Em suas instalações, filmes e projetos multimídia, a artista trabalha com a percepção do espectador: "O que importa é o que pode acontecer e não o que estava programado. Para isso, já precisamos partir de uma renúncia".
