La ciudad luz
Mapas constituem uma das matérias-primas preferidas de Jorge Macchi - um artista que se interessa por outras fontes gráficas como jornais, cadernos e pautas musicais. O mapa, para Macchi, é a representação da cidade onde ele pode intervir diretamente, como nos delicados recortes em que cirurgicamente subtrai elementos, deixando apenas ruas, rios ou cemitérios. Ou, ainda, o mapa é um guia de navegação como em Buenos Aires tour (2003), propondo itinerários a partir de uma lâmina de vidro quebrada sobre o mapa de sua cidade natal. La ciudad luz (2007) brinca com a sombra que um mapa de Paris, a cidade luz, projeta sobre outro, de tamanho maior, no chão. Ao apresentar esta obra pela primeira vez, Macchi a aproximou à forma literária do conto, em que os interesses da narrativa se voltam para as mínimas alterações de sentido, a descontextualização e o contraste entre o efêmero e o permanente.
Outras Imagens
Jorge Macchi, La ciudad luz, 2007, madeira, papel e lustre de metal, foto: Pedro Motta
Mapas constituem uma das matérias-primas preferidas de Jorge Macchi - um artista que se interessa por outras fontes gráficas como jornais, cadernos e pautas musicais. O mapa, para Macchi, é a representação da cidade onde ele pode intervir diretamente, como nos delicados recortes em que cirurgicamente subtrai elementos, deixando apenas ruas, rios ou cemitérios. Ou, ainda, o mapa é um guia de navegação como em Buenos Aires tour (2003), propondo itinerários a partir de uma lâmina de vidro quebrada sobre o mapa de sua cidade natal. La ciudad luz (2007) brinca com a sombra que um mapa de Paris, a cidade luz, projeta sobre outro, de tamanho maior, no chão. Ao apresentar esta obra pela primeira vez, Macchi a aproximou à forma literária do conto, em que os interesses da narrativa se voltam para as mínimas alterações de sentido, a descontextualização e o contraste entre o efêmero e o permanente.
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